Atrações ‘quase’ novas viram iscas para fisgar turistas no estado

Rafael Galdo

A cidade do Rio é protagonista, tão bonita que inspira versos como os do “Samba do Avião”, em que Tom Jobim diz que, ao vê-la, a alma canta. Mas, quando o governador Wilson Witzel repete que o “turismo é o novo petróleo” do estado, a capital não brilha sozinha. Witzel joga as fichas em atrativos famosos do interior, como as praias ensolaradas de Búzios e as belezas de Paraty e da Ilha Grande, reconhecidas este ano como Patrimônio da Humanidade. E aposta em recantos pouco explorados, sobretudo em seis regiões turísticas consideradas prioritárias — Costa Verde, Costa do Sol, Vale do Café, Serra Verde Imperial, Agulhas Negras, o próprio Rio e sua vizinha Niterói.

A meta é turbinar números que já são expressivos: o Rio recebe aproximadamente sete milhões de visitantes por ano — cerca de 1,7 milhão deles estrangeiros. Ao mesmo tempo, aquecer a contribuição do setor para o PIB fluminense, hoje estimada pela Secretaria de Turismo (Setur) entre 7% e 8%. Numa expectativa pé no chão, afirma Otávio Leite, titular da pasta, um acréscimo de 15% na quantidade de turistas em 2020 significaria um bom resultado. Além da disputa com roteiros do mundo inteiro, é preciso superar pontos fracos, como a violência, as estradas malconservadas e problemas de mobilidade urbana. Obstáculos para que o estado voe mais alto como destino doméstico e internacional.

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