Atriz de "The OC" se sentia uma fraude na carreira por ser virgem

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EAST HAMPTON, NEW YORK - JULY 13: Mischa Barton attends Sony Pictures Classics & The Cinema Society Host A Hamptons After Party For
Mischa Barton sorri para os fotógrafos em evento realizado em 2019 (Photo by Jared Siskin/Patrick McMullan via Getty Images)

Resumo da notícia:

  • Mischa Barton, a Marissa Cooper de "The O.C", revelou em entrevista que se sentia uma fraude na carreira por ser virgem

  • A atriz lembrou que interpretou personagens experientes em filmes com temática adulta quando era muito jovem

  • Até por essa diferença entre vida real e ficção, ela deu o seu primeiro beijo em um filme

Mischa Barton, a Marissa Cooper de "The O.C", refletiu sobre a carreira em conversa com a edição britânica da revista Harper's Bazaar. Na entrevista, entre outras observações sobre Hollywood, ela acabou revelando que chegou a se sentir uma fraude no início da carreira por interpretar personagens experientes sexualmente quando ainda era virgem.

Hoje aos 35 anos, Barton lembrou o seu primeiro trabalho de destaque, "Inocência Rebelde" (1997), um filme dramático cujo principal tema é o abuso sexual infantil. Na época, ela tinha 11 anos (veja acima). "Embora a equipe tenha feito de tudo para garantir que eu não fosse exposta à realidade do que tudo isso significava, quando participei de eventos de imprensa do filme, ficou claro que aquele era um conteúdo muito adulto”, disse ela.

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“Dois anos depois, fiz 'Pups' com [o ator] Burt Reynolds", continuou a atriz. "Os papéis principais em filmes sobre a transição para a vida adulta são sempre diretamente ligados a sexo e à sexualidade, e esse foi um excelente exemplo. Foi em 'Pups' que dei meu primeiro beijo na telona e na vida real, na frente de uma equipe inteira. Minha personagem teve sua primeira menstruação em uma cena, algo pelo qual eu nunca havia passado."

A sua participação em longas com temática adulta acabaram proporcionando uma situação bastante problemática. Por causa do longa de Ash Baron-Cohen, ela passou a ser vista como uma sex-symbol na Ásia, onde o filme fez grande sucesso. "Eu tinha 13 anos”, lamentou a atriz.

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Ainda na adolescência, em 2003, surgiu o convite para estrela "The O.C" - até hoje o seu trabalho mais marcante. Aos 17 anos, a atriz novamente se sentiu insegura ao interpretar uma personagem muito mais vivida do que ela. "Até ser virgem naquela época, naquele contexto, me fazia sentir uma fraude", desabafou. 

"Lá estava eu interpretando uma personagem confiante e que era descontraída; e, no entanto, eu ainda era virgem. Os jovens da série eram ricos, adolescentes americanos e privilegiados que bebiam, usavam drogas e, é claro, faziam sexo", analisou a artista, que recentemente revelou ter sofrido bullying durante as gravações da série.

“Eu sabia que era importante tirar do caminho essa coisa – minha virgindade – que estava pairando sobre mim; o elefante na sala. Comecei a realmente me preocupar quanto a não poder interpretar essa personagem se não me apressasse e amadurecesse um pouco. Se já me senti pressionada a fazer sexo com alguém? Bem, depois de ser perseguida por homens mais velhos que estavam na casa dos 30 anos, acabei cometendo o crime”, finalizou ela.

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