Audiência pública discute reforma da previdência da prefeitura do Rio

Luiz Ernesto Magalhães
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RIO — Uma audiência pública na Câmara de Veradores do Rio nesta quinta-feira, dia 18, discute o projeto da reforma da previdência proposta pelo prefeito Eduardo Paes. Aguardado no evento, o secretário municipal de Fazenda e Planejamento, Pedro Paulo Carvalho Teixeira, não compareceu. A presidente da Previ-Rio, Melissa Garrido Cabral, faz a apresentação. Por volta das 10h, um grupo de servidores fez um protesto em frente à sede da prefeitura, na Cidade Nova.

As propostas incluem o aumento da alíquota previdenciária de 11 para 14 por cento para os servidores da prefeitura da ativa e aposentados que ganham acima do teto previdenciário (R$ 6.443, 57) e uma proposta para reestruturar o Fundo de Previdência (Funprevi) que tem um déficit autorial de R$ 3i bilhões, segundo a prefeitura.

— Essas medidas não vão resolver o déficit. Isso exigiria medidas mais duras — disse Mello da, sem entrar em detalhes. — Nós ainda estamos buscando receitas alternativas.

Ainda não há data para votar a reforma. Para ser aprovada ela teria que ter o apoio de pelo menos 26 dos 51 vereadores. A audiência foi convocada pelo presidente da comissão de assuntos ligados ao servidor público e ex-presidente da casa, Jorge Felippe.

Na sessão, os vereadores se dividiram sobre o caso. Lindbergh Farias (PT) disse que a medida vai penalizar ainda mais servidores público. Já Teresa Bergher (Cidadania) acha inevitável depois de anos de problemas na gestão do fundo.