Flamengo pras cabeças

·1 minuto de leitura
Gabigol voltando e, com ele, a bola do Flamengo FOTO Wagner Meier/Getty Images

O Flamengo no BR-20 foi o golaço do Gabriel contra o bom Bahia de Dado Cavalcanti - que não viu a cor da bola rubro-negra no Pituaçu: quando tudo parecia complicado, e foi assim até o lance de gol anulado de Edenilson contra o Corinthians no último lance do Brasileirão passado, alguma genialidade dava Flamengo. Até com certo "desdém", como o lindo tapa de Gabibol na Bahia. Mas, de fato, com a qualidade do goleador que enfim estreou no BR-21. E com ele, toda a cavalaria a galope de Renato.

Um cinco a zero é sempre sonoro. Contra quem foi, ainda mais. Do jeito que foi, muito mais. A melhor partida do Flamengo no BR-21. Promessa de outras mais para recuperar o tempo e os jogos perdidos.

Crítica (aqui) zero a Rogério. O ex-treinador não merece expiar todos os pecados. Como Portaluppi também não tem todos os louros pela goleada. São processos. São tempos distintos.

Mas existem coisas que explicam. Eu gostava de Arão na zaga. Mas sem Gerson, por ora, o volante de volta ao meio qualifica a armação. Até por liberar mais Diego.

Na zaga, também pra começo de Renato, ainda que sem Rodrigo Caio, a dupla que nunca funcionou está se saindo bem.

Até onde e quando?

Não sei.

Só sei que o Flamengo volta à luta pelo tri. E deverá ser assim até o final.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos