Bancos renegociaram 20,4 milhões de contratos com dívidas em atraso durante os dois anos da pandemia

O volume total de contratos em atraso repactuados chega a 20,4 milhões, entre março de 2020 e março de 2022, que superam R$ 1,1 trilhão de saldo negociados. No mais recente Mutirão de Negociação e Orientação Financeira, que durou 25 dias – de 07 a 31 de março –1,7 milhão de contratos foram renegociados. O evento contou com a participação de mais 160 bancos e instituições financeiras.

Podem ser negociadas dívidas em atraso no cartão de crédito, cheque especial, crédito consignado e outras modalidades de crédito que não tenham bens dados em garantia, como veículos, motocicletas e imóveis.

Até o último mutirão realizado em novembro de 2021, os contratos renegociados pelos bancos já totalizavam 18,7 milhões. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a procura por negociações aumentou 178% em março, na comparação a fevereiro.

A média diária de contratos negociados nos 25 dias de mutirão em março também foi 20% maior que no último mutirão de novembro de 2021, quando o mesmo volume de contratos foi repactuado (1,7 milhão) em 30 dias de duração da ação.

No ano passado, foram 220 mutirões de renegociação de dívidas em parceria com Procons por meio da plataforma ConsumidorGovBr. A cada dez consumidores que recorreram à plataforma, oito tiveram a sua demanda solucionada.

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