A batalha por leitos de UTI: o sistema que gerencia as vagas

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Destinação de vagas em UTI, em meio à pandemia, é desafio adicional às autoridades

As histórias de pacientes em busca de uma vaga de UTI no Brasil não são novidade. A escassez de leitos é um problema antigo, agravado pela pandemia do novo coronavírus. Médicos de unidades de emergência relatam o drama vivido pelos profissionais nos plantões, quando não conseguem vagas para pacientes graves, seja de Covid-19 ou de outras doenças. No Rio de Janeiro, um estudo divulgado nesta segunda-feira pelo Ministério Público e pela Defensoria Pública aponta que a capital fluminense tem 3.584 leitos públicos, mas 638 estão bloqueados por problemas estruturais ou falta de recursos humanos. Além disso, nem todos os leitos existentes no SUS estão à disposição das centrais de regulação. No Ao Ponto desta terça-feira, Mariana Scardua, mestre em Saúde Pública e ex-subsecretária de Gestão da Atenção à Saúde do Rio, e a coordenadora de Saúde da Defensoria Pública do estado, Thaísa Guerreiro, explicam como funciona a gestão dos leitos de UTI, os critérios de ocupação e as ações que podem evitar fraudes no sistema.

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Publicado de segunda a sexta-feira, às 6h, nas principais plataformas de podcast e no site do GLOBO, o Ao Ponto é apresentado pelos jornalistas Carolina Morand e Roberto Maltchik, sempre abordando acontecimentos relevantes do dia.O próprio presidente da entidade, Thomas Bach, reconheceu que o cenário está indefinido. No Ao Ponto desta segunda-feira, o diretor de Esportes do COB, Jorge Bichara, e o jornalista Renan Damasceno explicam os fatores que definirão pela realização ou não dos Jogos e como a pandemia afeta o esporte olímpico brasileiro.

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