A batata dele começa a assar, diz presidente do PT sobre impeachment de Bolsonaro após Datafolha

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***FOTO DE ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 24.11.2019 - A senadora Gleisi Hoffmann discursa após ser reeleita presidente nacional do PT (Partido dos Trabalhadores) na Casa de Portugal, no bairro da Liberdade, na região central de São Paulo. (Foto: Jardiel Carvalho/Folhapress)
***FOTO DE ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 24.11.2019 - A senadora Gleisi Hoffmann discursa após ser reeleita presidente nacional do PT (Partido dos Trabalhadores) na Casa de Portugal, no bairro da Liberdade, na região central de São Paulo. (Foto: Jardiel Carvalho/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Para Gleisi Hoffmann (PR), presidente nacional do PT, a reprovação de 51% a Jair Bolsonaro apresentada por levantamento feito pelo Datafolha mostra que as condições para um impeachment do presidente ganham cada vez mais concretude.

Nas palavras da deputada federal, "a batata dele começa a assar."

A reprovação a Bolsonaro alcançou o maior índice nos 13 levantamentos feitos pelo Datafolha desde que o presidente assumiu o governo, em 2019.

"Não vai dar impeachment na semana que vem, mas a batata começa a assar. Está com uma rejeição acima de 50% em uma crise como a que nós temos e com aumento no nível de denúncias, sem que ele faça nada para mudar a situação", diz Gleisi

Para ela, os fatores que explicam o salto na rejeição ao presidente são o aumento do custo de vida, o desemprego e as denúncias relacionadas à CPI da Covid a respeito de negligência na estratégia de enfrentamento à pandemia e de corrupção.

"E ele não dá respostas ao Brasil. Só pensa em eleições, fica o tempo inteiro no cercadinho e nas redes sociais espalhando mentiras e falando em fraudes nas eleições. A tendência é piorar [a rejeição] se continuar assim. Não vejo por onde ele vai ter saída", diz a presidente do PT.

Sobre o impacto eleitoral da rejeição de Bolsonaro, Gleisi afirma que a disputa ainda está muito longe, mas que o Datafolha mostra que "há um enfraquecimento muito grande dele como candidato".

Atualmente, a principal opção de candidatura do partido para 2022 é o ex-presidente Lula.

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