Bebê quebra a clavícula ao cair de brinquedo em escola

Bebê quebra clavícula após queda em brinquedo - Foto: Reprodução/TV Anhanguera
Bebê quebra clavícula após queda em brinquedo - Foto: Reprodução/TV Anhanguera
  • Bebê quebra a clavícula ao cair de um brinquedo em uma escola de Rio Verde

  • A criança voltou chorando demais para casa, mas o colégio garantiu que nada havia acontecido

  • Os pais da criança acusam a instituição de omissão de socorro e registraram queixa na polícia

Um bebê de 1 ano e 5 meses fraturou a clavícula após sofrer uma queda em um brinquedo na escola particular que frequenta em Rio Verde, Goiás. As informações foram divulgadas pela TV Anhanguera, afiliada da Globo na região.

Imagens de uma câmera de segurança no pátio da escola mostram o momento do acidente. A pequena Maria Júlia aparece pulando em uma cama elástica, mas cai entre o brinquedo e a rede de proteção.

Uma funcionária imediatamente pega a bebê do chão e sai com ela para uma sala da instituição.

O caso aconteceu na quarta-feira passada (27), mas foi registrado na polícia somente nesta segunda (2).

Pai de Maria Júlia, Juan Guimarães relatou que a criança chegou em casa após a escola chorando muito, mas não foi informado do que havia acontecido.

“A professora dela a entregou e informou que não havia acontecido absolutamente nada. A gente perguntou para a diretora, e ela também disse que não tinha acontecido nada, mas que ia averiguar as câmeras”, contou.

Diante da insistência no choro de Maria Júlia, os pais decidiram levá-la a um hospital no dia seguinte. A criança passou por exames de imagem, que comprovaram a fratura na clavícula.

Denúncia e demissões

Os pais da bebê registraram o caso na polícia por lesão corporal. Para a mãe, Evelyn Carvalho, houve falha das funcionárias responsáveis, no monitoramento, e da escola, por omitir o ocorrido.

“De modo algum a rede (de proteção) deveria estar aberta. Teve falta de atenção com as crianças, elas (funcionárias) deveriam estar olhando o tempo todo as crianças. É um brinquedo muito perigoso para a idade deles, são todos bebês”, argumentou.

A defesa da escola alegou que não houve omissão por parte da administração, mas sim das funcionárias. Após a checagem das imagens pela diretora, uma professora foi demitida e outra pediu desligamento.

“Com a apuração interna, o colégio conseguiu chegar a uma conclusão. Ou seja, a princípio, não houve omissão da direção do colégio, mas por parte dos tutores”, disse o advogado da escola, Gustavo Santana.

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