Benfica nega que Jorge Jesus tenha pedido para sair para voltar ao Flamengo

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O Benfica emitiu comunicado em que desmente o técnico Jorge Jesus, que falou, durante sua estadia no Brasil, que solicitou ao clube português para liberá-lo sem multa. O técnico diz que teria aberto mão dos seus vencimentos, o que o clube também nega. A multar seria de 10 milhões de euros.

"O Sport Lisboa e Benfica esclarece que em nenhum momento Jorge Jesus solicitou que o deixassem sair do Clube ou se mostrou disponível para abdicar das remunerações a que teria direito até ao final da temporada", diz a nota publicada nesta sexta-feira.

No fim do ano passado, Jesus se encontrou com Marcos Braz, vice-presidente de futebol, e Bruno Spindel, diretor executivo. À época, o clube procurava um treinador, depois de demitir Renato Gaúcho, e se reunia com candidatos em Portugal. Relatos da ocasião deram conta de que o técnico havia recusado a proposta rubro-negra para seguir em seu país. Na entrevista desta semana, porém, Jesus dá uma outra versão e alega que sequer fora questionado pelos cartolas rubro-negros sobre o desejo de voltar ao Flamengo:

— A conversa foi superficial e em momento algum me fizeram um convite ou, ao menos, me perguntaram se eu queria voltar. E aquele era um momento difícil, pois se eu pedisse demissão do Benfica, teria que pagar uma multa de 10 milhões de euros. Por isso, tinha sugerido que só viajassem para Portugal em final de janeiro, quando a situação seria mais fácil para negociar. Mas quiseram ir em dezembro e a sensação que tenho é que, quando me visitaram, já tinham tomado a decisão de contratar o Paulo Sousa. Foram apenas cumprir uma obrigação social comigo. Braz e Spindel não me convidaram para voltar em dezembro.

Confira a nota do Benfica:

O Sport Lisboa e Benfica esclarece que em nenhum momento Jorge Jesus solicitou que o deixassem sair do Clube ou se mostrou disponível para abdicar das remunerações a que teria direito até ao final da temporada.

Mais se enfatiza, de novo, que as duas partes entenderam que a rescisão por mútuo acordo era a melhor solução na defesa dos interesses do Sport Lisboa e Benfica, ficando igualmente acordado que a contratação de Jorge Jesus por parte de um novo clube implicaria a cessação de todas as obrigações contratuais que ligam as partes até ao final da atual época desportiva.

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