Bepe dá aval para 'inferno' do Flamengo contra o Atlético-MG na arquibancada

O Batalhão Especial de Policiamento em Estádios (Bepe) da Polícia Militar do Rio não vê problema no "inferno" que a torcida do Flamengo prepara no Maracanã para o Atlético-MG, nesta quarta-feira, no jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil.

Inclusive, não há orientação por enquanto que limite qualquer tipo de provocação, em faixas e cartazes. Um deles que circulou nas redes sociais diz: "Bem-vindos ao inferno". Segundo o comandante do Bepe, Tenente Coronel Hilmar Faulhaber, isso não seria apologia à violência.

- Não chego a interpretar dessa forma. Temos torcidas organizadas com esse nome pelo Brasil. Talvez se fosse algo racista, homofóbico, xenófobo, ofensivo a honra ou que incitasse a violência de forma direta, com certeza seria proibido - explicou.

O Art. 13 inciso X do estatuto do torcedor prevê somente manifestações festivas e amigáveis, mas há uma lei estadual que permite a livre manifestação no interior dos estádios.

- Na verdade esse placa está no contexto que foi criado no entorno dessa partida, conforme declaração dada em entrevista por um jogador do Flamengo - acrescentou o comandante do Bepe.

Ele se refere a Gabigol, que avisou: "Lá eles vão ver o que é o inferno". Além de cartazes e faixas, haverá também um mosaico e sinalizadores com fumaça em vermelho e preto.

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