Bia Doria pede desculpas, mas diz que fala sobre moradores de rua foi descontextualizada

Anita Efraim
·2 minuto de leitura
Primeira dama, Bia Doria é, também presidente do Conselho do Fundo de Solidariedade (Reprodução/Instagram)
Primeira dama, Bia Doria é, também presidente do Conselho do Fundo de Solidariedade (Reprodução/Instagram)

A primeira dama de São Paulo, Bia Doria, pediu desculpas por ter dito que pessoas em situação de vulnerabilidade “gostam de ficar na rua”. A declaração foi dada em entrevista à socialite Val Marchiori e divulgada nas redes sociais.

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O pedido de desculpas foi publicado em nota por Bia Doria após a fala viralizar e ser alvo de criticar. Além de primeira dama, ela é, também, presidente do Conselho do Fundo Social. Segundo Bia, a fala foi tirada de contexto.

“Infelizmente tiraram do contexto uma frase dita por mim em um vídeo que está na internet. O que quis dizer é que se conseguirmos convencer as pessoas que vivem nas ruas e irem para os abrigos públicos, onde terão alimentação de qualidade dentro das normas de higiene da vigilância sanitária, traremos mais qualidade de vida para elas”, diz a nota.

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Bia ainda afirma que acredita em criar condições para que as pessoas saiam das ruas e conquistem autonomia e liberdade.

“Como presidente do Conselho do Fundo Social, me dedico todos os dias a combater a fome”, disse. Ela ainda citou projetos dos quais está à frente, como “Inverno Solidário”, que distribui cobertores para pessoas em situação de rua.

No vídeo, Bia pede para que as pessoas não deem comida para moradores de rua. “Não é correto você chegar e dar marmita, porque a pessoa tem que se conscientizar que ela tem que sair da rua. Porque a rua hoje é um atrativo, a pessoa gosta de ficar na rua”, afirma.

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Em seguida, ela e Val Marchiori afirmam que essas pessoas não gostam dos abrigos porque, nesses locais, é preciso cumprir obrigações de limpeza.

“Peço desculpas se a maneira como falei deu a entender que não devemos amparar quem vive em vulnerabilidade Eu tenho a consciência tranquila, porque sei o que faço todos os dias pelos mais carentes”, finaliza.

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