Biden acusa China de 'proteger' autores de ciberataques

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O presidente dos EUA, Joe Biden, fala sobre a economia durante a pandemia de Covid-19 no State Dining Room da Casa Branca em Washington, DC, 19 de julho de 2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, acusou nesta segunda-feira (19) a China de "proteger" os autores de ataques cibernéticos contra empresas, após uma denúncia conjunta de Washington e seus aliados condenando as atividades cibernéticas "maliciosas" de Pequim.

"O que eu sei é que o governo chinês, como o governo russo, não está cometendo (ciberataques) por conta própria, mas está protegendo aqueles que estão fazendo isso, e talvez até permitindo que eles o façam", disse Biden a repórteres na Casa Branca.

Os Estados Unidos, a União Europeia e o Reino Unido culparam a China, em declarações simultâneas nesta segunda-feira, por um hack massivo realizado em março contra os serviços de mensagens Exchange do grupo Microsoft.

A gigante da tecnologia já havia indiciado um grupo de hackers ligados à Pequim, chamado "Hafnium".

Assim, a China juntou-se à Rússia, regularmente acusada pelos Estados Unidos de fechar os olhos às ações dos cibercriminosos russos.

As relações já difíceis entre Washington e Pequim ficaram ainda mais tensas desde meados de junho.

Os Estados Unidos alertaram seus empresários na sexta-feira sobre os "riscos crescentes" de operar em Hong Kong, centro financeiro internacional histórico, por conta de restrições impostas pela China.

Além disso, o Senado dos Estados Unidos aprovou um embargo aos produtos da província chinesa de Xinjiang, para condenar o "trabalho forçado" da minoria muçulmana uigur.

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