Biden amplia suspensão de pagamento em crédito estudantil no EUA

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O presidente dos EUA, Joe Biden, ampliou o prazo para o pagamento de créditos estudiantis até 1º de maio de 2022 (AFP/Drew Angerer)
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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, estendeu nesta quarta-feira (22) a moratória aos pagamentos de crédito estudantil por mais três meses, até 1º de maio de 2022, uma prorrogação que deverá incidir nas dívidas estudantis de cerca 41 milhões de pessoas.

"Sabemos que milhões de estudantes que possuem créditos ainda enfrentam os impactos da pandemia e necessitam de um pouco mais de tempo para retomar os pagamentos", afirmou Biden em uma declaração difundida pela Casa Branca.

"Dadas essas considerações, minha administração prolonga a pausa nos pagamentos de créditos estudantis federais em 90 dias adicionais, até 1º de maio de 2022, enquanto ainda gerimos a atual pandemia e fortalecemos o restabelecimento da economia", acrescentou o chefe de Estado.

O adiamento chega alguns dias depois que as esperanças de aprovação do plano trilionário de ajuda social de Biden no Senado foram por água abaixo.

O presidente não conseguiu reunir a maioria dos votos no Senado para o plano conhecido como "Build Back Better" ("Reconstruir Melhor", em tradução do inglês), estimado em 1,7 trilhão de dólares e que inclui reformas para a saúde, a educação e a mudança climática.

Ao tomar posse em janeiro de 2021, Biden instruiu o Departamento de Educação a congelar a moratória no pagamento de créditos estudantis até setembro. E, depois, o fez mais uma vez, até 31 de janeiro de 2022.

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