Biden destaca na ONU a 'luta' pela democracia em Cuba e na Venezuela

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O presidente dos EUA, Joe Biden, em discurso na Assembleia Geral da ONU (AFP/Brendan Smialowski)
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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, destacou nesta terça-feira (21) a "luta" pela democracia em Cuba e na Venezuela ao falar na Assembleia Geral das Nações Unidas, em seu primeiro discurso nessa reunião anual.

Defendendo a democracia e a liberdade, Biden afirmou que "o futuro pertencerá a quem abraçar a dignidade humana, não a quem pisoteá-la" e condenou "aqueles que buscam sufocar seu povo com mão de ferro".

"Os autoritários do mundo podem buscar proclamar o fim da era da democracia, mas estão equivocados", acrescentou Biden.

"A verdade é que o mundo democrático está em todos os lugares. Vive nos ativistas anti-corrupção, nos defensores dos direitos humanos, nos jornalistas, nos manifestantes pela paz, que estão na linha de frente desta luta em Belarus, Mianmar, Síria, Cuba, Venezuela e em todos os lugares", afirmou.

"Os Estados Unidos apoiam os corajosos cubanos que foram às ruas para se oporem a 62 anos de repressão sob um governo comunista", disse Biden, ao anunciar em 22 de julho a primeira de quatro rodadas de sanções contra altos funcionários cubanos pela "repressão violenta" dos manifestantes.

Na Venezuela, onde Washington não reconhece a autoridade do presidente venezuelano Nicolás Maduro por considerar sua reeleição em 2018 fraudulenta, o governo de Joe Biden apoia uma saída negociada para a crise política. No entanto, disse que manterá a pressão econômica e diplomática sobre Caracas até que o país sul-americano promova eleições "livres e justas".

O representante diplomático em Washington do opositor venezuelano Juan Guaidó, a quem os Estados Unidos e cinquenta países consideram presidente interino por ser o líder da Assembleia Nacional eleito democraticamente em 2015, celebrou a referência de Biden à Venezuela na ONU.

"Isso mesmo presidente Biden, a democracia vive nos venezuelanos, que lutamos contra a corrupção e os crimes contra a humanidade cometidos pela ditadura de Maduro", tuitou Carlos Vecchio.

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