Biden diz que EUA têm ferramentas para responder à Opep+

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WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos EUA, Joe Biden, afirmou neste sábado que o seu governo tem como lidar com o alto preço do petróleo, após a Opep+ e seus aliados rechaçarem pedidos americanos para que os produtores abram as torneiras da produção.

"Temos outras ferramentas para lidar com outros países no momento adequado", disse Biden, ao ser questionado por um repórter na Casa Branca se autorizaria uma venda da Reserva Estratégica de Petróleo dos EUA.

A Opep+, grupo de produtores que inclui Arábia Saudita, Rússia e outros países, ignorou os pedidos dos EUA na quinta-feira para ir além do plano anterior de aumentar a produção de óleo para 400.000 barris por dia a partir de dezembro.

Os preços do petróleo passaram de 80 dólares o barril, aumentando o custo do combustível para os consumidores.

"Não estou antecipando que a Opep responderia, que Rússia e/ou Arábia Saudita responderiam", disse Biden. "Eles vão bombear um pouco mais de óleo. Se vão fazê-lo o suficiente, é outra história."

Biden afirmou que seu governo discutirá o assunto. "Podemos colocar mais energia no oleoduto, literal e figurativamente falando", disse.

A secretária de Energia dos EUA, Jennifer Granholm, afirmou que a Administração de Informação de Energia prevê os preços da gasolina caindo para 3,05 dólares o galão em dezembro, o que provavelmente não seria um patamar em que a reserva estratégica entraria em jogo, disse ela. Mas as previsões podem mudar, acrescentou.

Granholm disse que é Biden quem tomaria a decisão de usar ou não as reservas, armazenadas em várias cavernas nas costas do Texas e da Louisiana.

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