Biden diz que Fed está de olho na inflação; tarifas sobre China podem cair

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Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden
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Por Jeff Mason e Trevor Hunnicutt

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, sob pressão para domar a inflação, disse aos norte-americanos nesta terça-feira que compreende o que eles estão enfrentando e que ele e o Federal Reserve estão trabalhando para resolver a questão.

"Eles estão frustrados", disse Biden sobre os norte-americanos pagarem mais por bens e serviços. "Eu não os culpo."

Com um salto na inflação levando a alta anual dos preços ao consumidor a mais de 8%, o presidente destacou a liberação de petróleo das reservas estratégicas e a pressão sobre as empresas para retornarem lucros recordes aos consumidores sob a forma de preços mais baixos.

"Sei que as famílias em toda a América estão sofrendo por causa da inflação", disse Biden em um discurso na Casa Branca. "Quero que todo norte-americano saiba que estou levando a inflação muito a sério e que é minha principal prioridade interna."

Biden disse que a pandemia de Covid-19, juntamente com os problemas da cadeia de abastecimento e a guerra da Rússia contra a Ucrânia, são os culpados pelo pico da inflação. Seu governo colocou trilhões na economia em ajuda pela Covid e em gastos com infraestrutura, que os republicanos e alguns economistas culpam pelos custos mais altos.

Biden disse que o Federal Reserve fará seu trabalho para controlá-la. O banco central dos EUA aumentou a taxa de juros em 0,5 ponto percentual na semana passada e a expectativa é de mais aumentos ano

O presidente não anunciou novas medidas no discurso, que ocorreu um dia antes de novos dados de preços ao consumidor, que devem mostrar que a inflação permaneceu elevada até abril.

Mas ele disse que estava considerando eliminar as tarifas da era Trump sobre a China como uma forma de baixar os preços dos bens nos Estados Unidos. "Nenhuma decisão foi tomada sobre isso", disse ele.

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