Biden e Draghi celebram unidade sobre a Rússia

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(Arquivo) O primeiro-ministro da Itália, Mario Draghi (D), cumprimenta o presidente dos EUA, Joe Biden (E), durante encontro no Palazzo Chigi, em Roma, em 29 de outubro de 2021 (AFP/Brendan SMIALOWSKI) (Brendan SMIALOWSKI)
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O primeiro-ministro da Itália, Mario Draghi, e o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, celebraram nesta terça-feira (10) sua unidade contra a Rússia e seu apoio à Ucrânia durante um encontro na Casa Branca.

"Somos grandes amigos e grandes aliados", disse Biden ao lado de Mario Draghi no Salão Oval, na presença de jornalistas.

O presidente russo, Vladimir "Putin pensava que poderia nos separar. Mas redobramos nossos esforços", acrescentou Biden diante das câmeras, antes de começar uma entrevista formal ao lado de seu visitante.

Para Draghi, a invasão russa da Ucrânia "reforçou" os laços entre Estados Unidos e Itália e, mais amplamente, a Europa.

Draghi previu "mudanças drásticas" para a União Europeia que necessariamente estreitarão seus laços.

"Uma União Europeia forte é de interesse dos Estados Unidos", acrescentou Joe Biden.

Apesar da dependência da Itália do gás russo e da relação particularmente amigável que mantinha com Moscou, o governo de Draghi sempre se posicionou a favor das sanções contra a Rússia.

Assim como seus aliados ocidentais, Roma enviou armas à Ucrânia, mesmo com o mal-estar crescente por isso entre os aliados da coalizão governamental heterogênea que apoia Draghi, que vai da extrema-direita à esquerda.

O economista e ex-presidente do Banco Central Europeu (BCE) se comprometeu a apoiar todas as sanções que a União Europeia tomar contra o setor energético russo, apesar dos riscos que isso representa para a Itália, já que 40% do gás natural importado pelo país vem da Rússia.

A reunião na Casa Branca acontece antes de diversas cúpulas internacionais, entre elas as do G7 e da Otan, programadas para o próximo mês na Europa.

Mario Draghi mantém vínculos especialmente próximos com os Estados Unidos, onde estudou e trabalhou para o Banco Mundial e para o banco privado Goldman Sachs.

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