Biden sobe o tom: bloquear reformas é ser 'cúmplice' do 'declínio' americano

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Joe Biden defende seus grandes projetos de investimento em Howell, Michigan, em 5 de outubro de 2021 (AFP/Nicholas Kamm)
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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, subiu o tom nesta terça-feira (5) para defender seus ambiciosos projetos de reforma, paralisados no Congresso, observando que se opor a essas iniciativas é se tornar "cúmplice" do "declínio" do país.

"Essas leis não são sobre esquerda contra direita, ou moderado contra progressista", declarou Biden em um centro de treinamento sindical em Howell, Michigan.

“Essas leis são sobre competitividade versus complacência. São sobre oportunidade versus decadência” e “opor-se a esses investimentos é ser cúmplice do declínio dos Estados Unidos”, observou.

O legado de Biden depende em grande parte do plano de renovação da infraestrutura de US$ 1,2 trilhão e do programa de gastos sociais que pode chegar a cerca de US$ 2 trilhões, segundo os últimos dados disponíveis, embora o projeto tenha partido de um valor superior, de cerca de US$ 3,5 trilhões.

Embora o plano de infraestrutura tenha mais apoio, o plano de reforma social divide os democratas por seu valor. Os moderados o consideram muito caro.

O problema é que os dois lados do partido no poder decidiram jogar duro. Os progressistas se recusam até mesmo a endossar o pacote de infraestrutura do presidente caso o projeto social não for garantido antes de uma votação.

Os dois projetos de Biden são populares entre os americanos, embora a confiança na gestão do presidente tenha caído desde a saída caótica das tropas americanas do Afeganistão.

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