Bilionário norte-americano acusado de fraude fiscal de US$ 2 bilhões diz ter demência

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Se o declínio mental for comprovado, Brockman pode ser dispensado de ser julgado, no que será o maior caso do tipo na história dos EUA. Foto: Reprodução da internet.
Se o declínio mental for comprovado, Brockman pode ser dispensado de ser julgado, no que será o maior caso do tipo na história dos EUA. Foto: Reprodução da internet.
  • Robert Brockman é um bilionário norte-americano e ex-CEO da Reynolds & Reynolds;

  • Em 2018, agentes federais invadiram a casa do gerente de confiança do magnata, nas Bermudas;

  • Promotores afirmam que na época o ex-gestor começou a reunir evidências para justificar suposta demência.

Robert T. Brockman é um bilionário norte-americano e ex-CEO da Reynolds & Reynolds, companhia de formulários, softwares e serviços para varejistas automotivos, e que acumulou bilhões em fundos estrangeiros.

Em 2018, agentes federais invadiram a casa do gerente de confiança de Brockman, nas Bermudas. A ação levou o gestor da companhia ao indiciamento por sonegação de impostos de US$ 2,2 bilhões de impostos.

Nesse período, promotores disseram que o ex-gestor da Reynolds & Reynolds já estava começando a reunir evidências de que sua mente estava falhando.

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Contudo, se for verdade, Brockman pode ser dispensado de ser julgado, no que será o maior caso do tipo na história dos Estados Unidos.

O ex-gestor consultou quatro médicos diferentes para avaliar a saúde mental, que deram diagnóstico de demência para Brockman. Todos os profissionais são associados ao Baylor College of Medicine, em Houston, nos Estados Unidos, instituição que recebeu a doação total de US$ 25 milhões do magnata no decorrer dos anos.

Agora, aos 80 anos, Brockman enfrentará uma audiência no tribunal federal de Houston, a partir da segunda-feira (15).

De acordo com os advogados do bilionário, o mesmo estaria impossibilitado de ajudá-los na própria defesa, devido ao declínio mental.

Contudo, para os promotores, a postura de Brockman é uma farsa, de forma a esconder o controle das entidades offshore. O antigo CEO da Reynolds & Reynolds se diz inocente das acusações.

As informações são da Bloomberg.

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