Biografia de George Michael detalha envolvimento do astro com drogas e garotos de programa antes de morrer

Fãs de George Michael poderão matar, pelo menos em parte, a saudade do cantor morto em 2016, com a estreia do filme "George Michael Freedom Uncut". A produção, cujo lançamento está previsto para o próximo dia 22, tem filmagens caseiras inéditas e entrevistas com amigos, incluindo Elton John, Ricky Gervais e Kate Moss. Mas é chegada de uma biografia às livrarias, que deve acontecer duas semanas após o lançamento do documentário, que promete ir ainda mais fundo na vida do astro britânico.

Assinado pelo respeitado escritor musical James Gavin, o livro vai mostrar como George passou décadas mergulhando cada vez mais fundo no vício em drogas e no envolvimento com garotos de programa, enquanto tentava esconder sua sexualidade do grande público.

Segundo o jornal britânico "Daily Mail", Gavin falou com mais de 200 amigos e conhecidos para escrever "George Michael: A Life" e algumas fontes disseram que o superstar era um homem emocionalmente frágil e debilitado pela própria insegurança. O comportamento fez com que ele se voltasse contra todos que o amavam, incluindo seu parceiro Andrew Ridgeley.

O livro conclui que George morreu como uma "figura solitária e quebrada". Um dos homens mais glamourosos do mundo da música terminou seus dias recluso, comendo junk food e convivendo com garotos de programa dentro de sua mansão, no norte de Londres. Ele assistia a intermináveis ​​episódios de sua novela favorita, "Coronation Street", tomava potes de sorvete Haagen-Dazs e arruinava sua voz com drogas e cigarros.

Enquanto o filme se concentra nos anos 1980 e início dos anos 1990, quando George estava no auge da carreira – e em particular no vídeo pioneiro de "Freedom! 90", com as supermodelos Kate Moss, Naomi Campbell e Cindy Crawford – o livro ilumina os cantos mais sombrios da vida da cantor. É o caso da conturbada relação com seu pai, que, segundo amigos, nunca aceitou o fato de o filho ser homossexual.

“Aquele conflito dentro de George, que sabia ser gay, mas teve que mentir não apenas para o mundo, mas também para seu pai, estava na raiz de tudo o que estava por vir”, disse um amigo próximo.

O livro também traz alegações de que George pode não ter morrido no dia 25 de dezembro por uma insuficiência cardíaca, como consta na versão oficial, mas pode ter tirado a própria vida no dia anterior, aniversário da morte de sua amada mãe Lesley.

O relatório toxicológico do astro nunca foi divulgado, e a família de George nega veementemente tais alegações, insistindo que ele morreu de causas naturais. Um exame descobriu que ele morreu de problemas cardíacos e hepáticos, e o legista disse que nenhum inquérito era necessário.

Segundo algumas fontes ouvidas pelo escritor, nas últimas duas décadas antes de sua morte, George passou a abusar cada vez mais das drogas, enquanto sua popularidade diminuía. Ele fumava skunk do omento que acordava até adormecer novamente e consumia altas doses de GHB, metanfetamina e crack.

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