Biografia de Rico de Souza apresenta histórias de um dos pioneiros do surfe no Brasil

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“Vamos chegar e fazer, na cara e na coragem”. Com essa frase, Rico de Souza convenceu o americano Randy Rarick, um dos responsáveis pela profissionalização do surfe e criação do circuito mundial, a trazer alguns dos melhores competidores do mundo para o Brasil em 1975, quando o país ainda estava totalmente fora do mapa do esporte, para a realização de um campeonato.

Rarick e um grupo de havaianos toparam, o evento foi realizado no Arpoador e, mesmo de improviso, foi o embrião para a entrada do Brasil no primeiro circuito mundial, criado em 1976.

Esta é apenas uma das muitas histórias contadas em “Rico — O Embaixador do Surfe” (Editora Lacre), biografia de um dos principais nomes e pioneiros do esporte no país.

Nascido e criado no Rio, Rico, hoje com 69 anos, se apaixonou pelo surfe ainda na infância e, com ele, ganhou o mundo. Foram mais de 100 viagens para o Havaí, além de inúmeros outros pontos do Brasil e do planeta.

De recordações do seu começo no esporte —que se confunde com o início da popularização do ainda pouco respeitado surfe nas praias cariocas, quando o sucesso da “Brazilian Storm” sequer era vislumbrado — a histórias dos primeiros campeonatos, confusões nos tempos da ditadura e os inúmeros recordes mundiais, a biografia de Rico traça um, com o perdão da repetição, rico panorama do esporte no país.

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