Bitcoin quebra recorde e chega a US$ 63 mil com sinais de aquecimento

Marcus Couto
·3 minuto de leitura
Bitcoin. (Foto: Getty Images)
Bitcoin. (Foto: Getty Images)
  • Bitcoin quebrou recorde de preço nesta terça-feira (13).

  • Criptomoeda mais valiosa do mundo chegou ao patamar dos US$ 63 mil.

  • Ativo digital mostra fortes sinais de aquecimento.

O bitcoin, a mais famosa e valiosa moeda criptográfica do mundo, quebrou o recorde histórico de preço, superando brevemente a marca dos US$ 63 mil.

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A criptomoeda, que já vinha dando sinais de aquecimento nos últimos dias, cumpriu a expectativa de analistas, que apostavam em uma nova valorização nesta semana.

O clima entre grandes investidores no Twitter era de euforia.

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O bitcoin já vinha “esquentando os motores” nas últimas semanas, e depois de uma breve correção que levou o preço ao patamar dos US$ 56 mil, o preço do ativo avançou e quebrou a barreira dos US$ 60 mil durante o final de semana.

Especialistas apontam que a entrada de dinheiro institucional seja um dos fatores principais por trás da alta. Mas houve outro sinal: o bilionário Elon Musk publicou um tweet misterioso: “vamos à Lua em breve”. Não se sabe se ele falava literalmente – pois a sua empresa SpaceX tem planos de fazer uma missão ao satélite terrestre.

Mas muitos na comunidade das criptos viram como um possível sinal de que ele investirá ainda mais nos bitcoins – pois “ir à Lua” é uma gíria comum nesse mercado, quando se fala em altas expressivas no preço dos ativos.

Musk já investiu anteriormente o dinheiro da Tesla em Bitcoin, ao adquirir na época o equivalente a US$ 1,5 bilhão de dólares.

Bitcoin

O bitcoin é a mais famosa e valiosa criptomoeda do mundo atualmente. Começou a ser negociada publicamente em 2010, quando custava centavos de dólar, e desde então vivenciou uma vertiginosa valorização.

Até 2020, seu preço flutuava em torno dos R$ 10 mil, e chegou a cerca de R$ 3 mil no ano passado.

Mas, a partir da virada do ano, o ativo viu seu preço subir constantemente, e agora é negociado a mais de R$ 60 mil, depois do “embarque” de grandes empresas, como a Tesla de Elon Musk, e de outros participantes institucionais do mercado.

Criptomoedas

As criptomoedas são uma classe de ativos digitais, baseados na blockchain – uma espécie de “livro de registros” digital. Na blockchain, é possível registrar de forma transparente a entrada de novos bitcoins no mercado (após serem “minerados”) e também transações entre diferentes carteiras.

Elon Musk

Elon Musk é hoje o segundo homem mais rico do planeta, com fortuna estimada em mais de US$ 160 bilhões. De origem sul-africana, ele fez fortuna nos Estados Unidos com negócios ligados a tecnologia – ele foi um dos responsáveis pelo sucesso do PayPal.

Nos últimos anos, vem investindo seu dinheiro em diferentes empresas: a Tesla, que fabrica carros elétricos, a SpaceX, que produz foguetes e tecnologia aeroespacial, a Boring Company, que cava túneis de transporte subterrâneos, e a Neuralink, que estuda implantes eletrônicos cerebrais.

Musk investe ainda na OpenAI, uma organização aberta que estuda inteligência artificial.

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