Bivar defende Estado de Direito, mas descarta manifestação conjunta de candidatos

*ARQUIVO* BRASÍLIA, DF, 12.11.2019 - O deputado federal Luciano Bivar (PSL-PE), presidente do PSL (Partido Social Liberal), durante sessão de promulgação da PEC (proposta de emenda à Constituição) da reforma da Previdência, realizada no Congresso Nacional, em Brasília (DF). (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASÍLIA, DF, 12.11.2019 - O deputado federal Luciano Bivar (PSL-PE), presidente do PSL (Partido Social Liberal), durante sessão de promulgação da PEC (proposta de emenda à Constituição) da reforma da Previdência, realizada no Congresso Nacional, em Brasília (DF). (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Presidente da União Brasil e pré-candidato ao Planalto pela legenda, Luciano Bivar diz não ver necessidade de uma manifestação conjunta de presidenciáveis para denunciar intenções golpistas de Jair Bolsonaro (PL). A ideia foi lançada nesta terça-feira (10) por Ciro Gomes (PDT).

"Somos o único partido que tem uma estrutura representativa e luz própria para levar a mensagem de preservação do Estado de Direito. Qualquer candidato ou partido que comungue com isso achamos que é interessante. Mas nós não precisamos nos agrupar para termos esse discurso", afirmou.

Bivar afirmou que mais importante do que ter ideologias de direita ou esquerda é evitar qualquer tipo de ruptura democrática no Brasil. "Me incomodo com as fustigações que são feitas cotidianamente pelo presidente. Não é que vai ter um golpe, mas são preocupantes", declarou.

A União Brasil, disse Bivar, é uma legenda com forte componente liberal. "Assim, é contra os que combatem a liberdade econômica e a liberdade democrática".

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