Bloco Feminista colore de roxo rua da Barra Funda, em São Paulo

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SÃO PAULO, SP, 22.04.2022: CARNAVAL-SP - Bloco Feminista, na Barra Funda, na zona oeste de São Paulo. (Foto: Danilo Verpa/Folhapress)
SÃO PAULO, SP, 22.04.2022: CARNAVAL-SP - Bloco Feminista, na Barra Funda, na zona oeste de São Paulo. (Foto: Danilo Verpa/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Foliões fantasiados se reúnem no fim da tarde desta sexta-feira (22) para o cortejo do Bloco Feminista, que surgiu no segundo semestre de 2021.

Com sinalizadores roxos, a folia teve início. "Estamos na ruas, em um ato de resistência. Não abrimos mãos de nos manifestar culturalmente nas ruas da cidade", disse Juliana Matheus, uma das fundadoras.

"Se estão curtindo o Carnaval, apoiem o bloco que está na rua", disse Juliana. Na pipoqueira do bloco, há um banner que pede a contribuição para pagar o cortejo. Em uma vaquinha online, o bloco tenta arrecadar R$ 7.500 -até essa sexta-feira (24), haviam conseguido R$ 6.100.

No local, mais de dez carros de ambulantes se dividem entre os jovens fantasiados, com saias de tutu e tiaras de coelho e samambaia.

O bloco conta com a presença de integrantes da bancada feminista do PSOL. Paula Nunes, uma das covereadoras, afirma que se trata de um Carnaval atípico.

"Nas últimas semanas, os blocos vêm num processo de resistência. A gente ajudou a construir o Bloco Feminista que vem das manifestações do 'Fora, Bolsonaro'", diz ela, que afirma que a presença de parlamentares se faz necessário "para garantir que não haja nenhuma repressão no momento do Carnaval e nem alguma retaliação posterior."

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