Blocos da Barra e do Recreio se reúnem para fazer reinvidicações ao estado para o carnaval de 2021

Maíra Rubim

RIO — Na última quarta-feira, 15/01, integrantes dos blocos da Barra e do Recreio e a liga SamBare, que reúne blocos de Barra, Recreio, Vargem Grande, Vargem Pequena, Guaratiba, Santa Cruz e Sepetiba, se reuniram o Palácio Guanabara com Ruan Lira, subscretário de Grandes Eventos do Estado do Rio de Janeiro para fazer reinvidicações para o carnaval de 2021.

— O estado nunca recebeu os blocos da Zona Oeste, foi um passo muito importante, estamos confiantes — Valéria Wright, presidente da SamBare.

Entre os pedidos está a revisão do Decreto 44.617, de 2014. Este ano, a Riotur e o Ministério Público interviram e criaram um Grupo de Trabalho com as ligas SamBare, Sebastiana e Zé Pereira para representar os 400 blcoos do Rio e viabilizar os desfiles.

— De acordo com esse documento, somos tratados pela Polícia Militar e pelo Corpo de Bombeiros como se fôssemos um evento, mas somos uma manifestação cultural que não cobra ingressos. Ou seja, não temos dinheiro e não podemos arcar com criação de postos saúde, contratação de maqueiros e outras determinações — explica Valéria.

Outa dificuldade enfrentada pelos blocos para o carnaval é a dificuldade para fechar patrocínio.

— Existe uma crise econômica, além disso, não podemos fechar com qualquer empresa que bate à nossa porta para não existir conflito com as que têm contrato com a prefeitura. No entanto, em relação a esse tema, fomos orientados a procurar a Prefeitura — afirma.

A fiscalização de ambulantes também foi abordada:

— Muitos ambulantes são informais e acabam trazendo problemas para os blocos. A atividade precisa ser fiscalizada — diz.

A SamBare aguarda um contato da Secretaria de Grandes Eventos do Estado do Rio de Janeiro para apresentar uim projeto para o próximo carnaval.

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