• 16 crianças ao redor do mundo e seus quartos

    Você lembra do seu quarto quando era criança? Ele tinha diversos brinquedos, bonecas, ursos de pelúcia? Ele tinha cama, cômoda e guarda-roupa? Afinal, você tinha um quarto?

    O fotógrafo James Mollison criou uma série de fotográfica chamada Where Children Sleep. Essa ideia surgiu depois que ele parou para pensar no seu quarto de infância e a influência dele no que que se tornou hoje.

    Viajando pelo mundo, James Mollison registrou diversos quartos infantis em vários países. A diferença no cenário é chocante! Veja as fotos:

    Alex, 9, Rio de Janeiro, Brasil

    Bilal, 6, Wadi Abu Hindi, Cisjordânia

    Indira, 7, Kathmandu, Nepal

    Ahkohxet, 8, Amazonia, Brasil

    Dong, 9, Yunnan, China

    Juan David, 10, Medellin, Colômbia

    Ryuta, 10, Tokyo, Japão

    Joey, 11, Kentucky, Estados Unidos

    Anônimo, 9, Costa do Marfim

    Bikram, 9, Melamchi, Nepal

    Tzvika, 9, Beitar Illit, Cisjordânia

    Douha, 10, Hebron, Cisjordânia

    Lamine, 12, Bounkiling village, Senegal

    Rhiannon, 14, Darvel, Escócia

    Risa, 15,

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  • Oito de abril. À procura de assunto para esse blog, voltei à lama. Ao ramerrame dos jornais, aos colunistas, revistas e novelas do Manuel Carlos. O que brocha - anotem aí - não é a má notícia, mas o que ela carrega de previsibilidade. Alguns exemplos:

    1.   "Eloquente o silêncio de Lula sobre os 'malfeitos' da Petrobrás"
    --- Ora, o que os sábios queriam?  Que o Lula comparasse o mensalão ao assalto praticado na Petrobras, e dissesse que a compra de votos perto da petrorroubalheira da companheirada  é brincadeira de criança? 
    (no dia seguinte, Lula, o ponto fora da curva, concedeu entrevista a blogueiros e, pasmem, foi exatamente isso o que ele sugeriu!, capa do Globo)

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    2 .  "Diálogo entre deputado e doleiro caracteriza corrupção"

    ---   Deputados se encontram com doleiros para tratar de assuntos espirituais. Talvez a dupla estivesse rezando o terço dos aflitos, pedindo a intercessão da pequena Odetinha, a menina santa Saiba mais »de Zebras e antílopes pastam nas savanas africanas
  • Crianças vagam por terreno. (Foto: Chico Silva/Foto cedida para Yahoo Brasil)

    O menino Caíque completou cinco anos ontem. Sem festa, velinha ou parabéns. A tia deu a ele um pedaço de bolo duro, o que deu para achar. O menino está cinza, imundo, coberto por fuligem tóxica. Caíque é um dos 1.600 sobreviventes do incêndio que, no último dia dois, consumiu cerca de 400 barracos da Favela Fazendinha, no bairro da Penha, zona leste de São Paulo --a menos de 10 km do centro da cidade.

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    Magrinho, olhos enormes fixando a lente da câmera, triste, Caíque poderia ser personagem daqueles dramas humanitários indianos. Ou haitianos. Como ele, pisando descalço nas cinzas do que foi a favela, entre restos calcinados de roupas e sapatos, há centenas de crianças. Muitas, como o menino Caio, de dois anos, andam para lá e para cá simplesmente nuas.

    Centenas de crianças ainda vivem no local. (Foto: Chico Silva/Foto cedida para Yahoo Brasil)É que, com o incêndio, queimaram-se os canos de PVC que abasteciam os barracos. Sobraram apenas dois canos

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  • Heleieth Saffioti (1934-2010), professora, socióloga e escritora feminista, era uma educadora 24h. Aliás, como costumam ser os educadores apaixonados e apaixonantes. Numa entrevista dada a mim, em 2005, ela contou que tentava educar quem cruzasse o seu caminho. Por exemplo, disse que educou o marido, o renomado químico e físico Waldemar Saffioti. Logo ao se casar ela passou o recado: "Na minha vida, mando eu." Parece que teve sucesso pois, segundo ela, "ele se tornou um homem feminista, capaz de respeitar e admirar a minha autonomia."

    A professora deu a entrevista para que eu pudesse fazer o seu perfil. Ele foi publicado no livro Brasileiras Guerreiras da Paz, coordenado por Clara Charf e escrito por mim, Patrícia Negrão e Carla Rodrigues. A conversa aconteceu no apartamento de Heleieth, cuja varanda dava para as copas das frondosas árvores da Praça da República, em Sampa. Eu fiquei maravilhada com a vista e a verve da socióloga.

    pelas tantas, ela declarou que também adorava

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  • Foto: Swedish Crutch

    Swedish Crutch não é um site sobre muletas suecas. É um site sobre moças suecas usando muletas. Um sueco ainda não identificado percebeu o nicho de mercado e criou o site para moços (e moças) cuja fantasia é cuidar de uma moça com perna ou braço engessados. Sabe como é, a gente tende a se afeiçoar quando cuida de alguém - e quando cuidam da gente também, não é?

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    Pouco se sabe sobre o criador do site. O homem mora no sul da Suécia e não faz questão de aparecer. Mas a revista eletrônica Vice entrevistou uma das modelos do site - a moça, obviamente prefere se manter anônima. O site Swedish Crutch tem cerca de três anos de existência e faz bastante sucesso no país escandinavo. Já a moça, é modelo desde os 17 anos e fotografa para esse site desde então.

    Encontrada no site modellbilder.se (especializado no casting de modelos), ela conta que a remuneração inicial foi de 20 ou 30 euros (60, 90 reais) por uma sessão. Hoje, ela

    Saiba mais »de Na Suécia, um site para quem tem fetiche por moças de muletas
  • O mundo não fica melhor, nem pior, com as crônicas que escrevemos para jornais e portais de notícias. Apenas alguns pingos são postos em certos i’s, e seguimos em frente, apanhando ou descobrindo simpatias surpreendentes em lugares inimagináveis. A Internet enfim tornou-se um depósito de opiniões diversas, férteis, abundantes, jorrantes, muitas vezes virulentas, enfim indistintas, conforme o melhor da previsão pós-moderna.

    Nesse clima, há duas semanas, um conhecido editor sediado na praça do Rio de Janeiro (Sergio Cohn, da Azougue Editorial) foi vítima de uma perseguição tremenda, um “bullying digital” dos brabos. Em 2006, tal editor publicou no Brasil o famoso “Manual de boas maneiras para meninas”, do francês Pierre Louÿs. Escrito em 1917, o livro polêmico em sua época. Há cem anos, a sociedade francesa vivia uma libertinagem crescente e Louÿs, em sua escrita, dedicou-se à avacalhação da castidade aristocrática, mirando, de quebra, o conservadorismo da família patriarcal. Sua escrita

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  • Bem, se você leu a primeira parte desta matéria (caso contrário, leia aqui), aqui eu escrevo as minhas impressões finais das outras apresentações que assiti...

    CAGE THE ELEPHANT
    O show deste grupo americano que faz um som fingindo que é inglês comprovou uma velha tese: tem gente que até soa bem em disco, mas em cima de um palco... O que nos álbuns funciona razoavelmente, ao vivo é de uma chatice atroz. Um sonzinho bem meia-boca, com o vocalista Matt Shultz entoando qualquer letra como se fosse a mesma e fazendo micagens – se jogando na plateia, escalando estruturas metálicas fora do palco – para desviar a atenção do som muito fraco de sua banda, que por sua vez tocou com um suingue idêntico ao de camelo preso em um bloco de cimento. Precisa ser muito lesado para se divertir com um troço destes...

    DISCLOSURE
    Mais um exemplo de picaretagem explícita. Este duo inglês subiu ao palco com showzinho bem mequetrefe, totalmente feito com playbacks e com canções eletrônicas tão empolgantes

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  • O abandono de animais é crime com pena prevista na leiO abandono de animais é crime com pena prevista na lei mas, infelizmente, encontrar cães e gatos soltos pelas estradas é uma situação bem comum. As consequências da presença de bichinhos perdidos em rodovias são perigosíssimas também para o trânsito. Além de atropelamentos, o encontro inesperado entre animais e automóveis em alta velocidade pode resultar em acidentes graves envolvendo mais de um veículo.

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    De acordo com o médico veterinário Artur Fernandes, que atende no bairro de Perdizes, em São Paulo, animais que são abandonados em estradas perdem a referência de ambiente e se sentem perdidos. “Ao serem retirados de suas casas e jogados de forma violenta em um lugar desconhecido, os bichos ficam desorientados e assustados. Então é bem possível que, na confusão, eles percam um pouco do reflexo e tentem atravessar

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  • Em um mundo onde as pessoas discriminam e fecham os olhos para os moradores de rua, um homem  se veste como garçom, e serve moradores de rua. Com toda a educação e cortesia que um garçom profissional pode oferecer, o homem deixa-os com um ar de surpresa e de muita gratidão por serem tratados de forma tão educada e gentil, vejam:

    Você pode ver o vídeo aqui.

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