Queremos médicos suecos!

Ou, no mínimo, canadenses. Sim, porque o gigante acordou e está bastante exigente. Os brasileiros de bem e os conselhos médicos já ergueram suas vozes contra a importação de cubanos, que serão forçados a trabalhar em regime de semi-escravidão em solo brasileiro. Aliás, a ilha de Fidel tem sistematicamente exportado seus escravos de jaleco para países pobres como Haiti, Venezuela, Paquistão, Guatemala e Honduras. Mas nós precisamos de médicos padrão Fifa!

Esses pobrezinhos aceitam trabalhar sem nenhuma estrutura, sem remédios, em lugares inóspitos e com baixos salários, e por isso – só por isso! - preencheram as vagas recusadas pelos doutores brasileiros. Nossa classe médica está certíssima na recusa, pois a possibilidade de se trabalhar num consultório acarpetado e refrigerado existe, e é, sem dúvidas, muito mais sedutora para nossos meninos recém-formados em medicina.

Imagine que dos R$10.000 mensais oferecidos pelo programa Mais Médicos, apenas R$4.000 ficarão com os médicubanos, o resto irá para o governo de Raul Castro. Governo esse, aliás, que os aprisionou por 6 anos em senzalas disfarçadas de universidades e lhes impôs o estudo de uma medicina atrasadíssima, bolivariana, calcada mais na prevenção de doenças do que na utilização dos modernos medicamentos oferecidos pela pujante indústria farmacêutica.

Ontem, desembarcaram das caravelas no aeroporto de Recife os primeiros trabalhadores cubanos, causando revolta em muitos brasileiros.

Fingindo-se solidária e feliz com os grilhões modernos, a cubana Natasha Romero Sanchez, 44, fez declarações estranhas para muitos médicos brasileiros:

"Viemos para ajudar, colaborar, complementar com os médicos brasileiros"

"O salário é suficiente”

"Nós nos formamos com base na solidariedade e no humanismo"

"Não viemos mudar nenhum sistema social, viemos aprender com nossos colegas e poder ajudar o povo pobre com carência de atenção médica primária adequada"

Nelson Rodrigues, 45, ainda afirmou:

"Somos médicos por vocação, não nos interessa um salário, fazemos por amor"

Nos comentários da notícia postada no Facebook, os amigos internautas esnobaram as declarações dos cubanos:

Obviamente alguma coisa está errada e os brasileiros de bem estão percebendo. Quem, em sã consciência, largaria sua família pra ajudar uma população carente de outro país apenas por solidariedade, amor, hospedagem, alimentação e 4000 dilmas? Impossível! O Brasil precisa eleger sua nova Princesa Isabel e voltar às ruas contra essa escravidão moderna.

#AcordaDeNovoBrazil