Rock brasileiro antigo que a molecada desconhece – parte 3

E agora vamos para mais um capítulo da série que pretende mostrar às novas gerações que o rock brasileiro não começou nos anos 80.

Abaixo você tem mais três álbuns de grupos espetaculares, que não podem faltar na sua coleção...

PATRULHA DO ESPAÇO - Patrulha Do Espaço (1981)
Montado inicialmente para servir de apoio à carreira solo do ex-Mutantes Arnaldo Baptista, a banda liderada pelo espetacular baterista Rolando Castello Júnior, mais conhecido com o “Júnior” (ex-Made in Brazil) logo alçou voo próprio, sempre lançando discos sensacionais. Este aqui é um de meus favoritos: pesado, divertido, descabelado e absurdamente bem tocado:

CASA DAS MÁQUINAS – Casa de Rock (1976)
Foi só neste terceiro álbum que a banda deixou de lado a faceta mais progressiva de seus discos anteriores e mergulhou fundo no rock and roll. Mandando bala em um som energético com dois bateristas tocando ao mesmo tempo – Netinho (ex-Os Incríveis) e Marinho Thomas (futuro integrante da banda de Guilherme Arantes) -, a banda logo se desfez depois de um lamentável incidente envolvendo seus integrantes. O som? Era absurdamente vibrante:

JOELHO DE PORCO – São Paulo 1554/Hoje (1974)
O primeiro LP deste grupo paulistano conseguiu o impossível: unir rock pesado a letras inteligentes e divertidas, resultando em um amálgama sonoro estonteante. Liderado pelo impagável e falecido Tico Terpins e tendo à frente um dos melhores vocalistas brasileiros de todos os tempos - Próspero Albanese -, a banda deixou um legado que emociona até hoje:

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