Rafael Cortez
  • Meu último evento profissional/artístico de 2013, foi compartilhado com o maior número de pessoas que eu consegui atingir. Essa era uma vontade antiga: fazer algo acessível e em tempo real.

    Resolvi realizar um RECITAL DE VIOLÃO virtual AO VIVO, onde qualquer pessoa pôde acompanhar de todo tipo de lugar pela TV Geração Z, do meu amigo Marcelo di Morais, um parceiro! O saldo, para mim e para o Marcelo, foi bem legal!

    Ao longo de DUAS HORAS ininterruptas de música e papo, tivemos 100 mil visitas. Esse é um número incrível quando o tema de um encontro virtual é um concerto violonístico - algo que, como sabemos, não é nem um pouco comercial e midiático.

    Toquei peças do meu CD "Elegia da Alma" e também uma série de músicas que eu só costumo executar em casa. Atendi pedidos de internautas e fiz até uma versão à capela de "João e Maria", do Chico Buarque, cantando com uma fã que ligou não sei de onde, haha! Sim, preocupem-se: em alguns momentos, soltei o gogó no recital). Fiquei feliz de ver

    Saiba mais »de Recital na internet: modo de deixar a música mais acessível, interagir mais e também me despedir de 2013!
  • Meu último evento profissional/artístico de 2013, foi compartilhado com o maior número de pessoas que eu consegui atingir. Essa era uma vontade antiga: fazer algo acessível e em tempo real.

    Resolvi realizar um RECITAL DE VIOLÃO virtual AO VIVO, onde qualquer pessoa pôde acompanhar de todo tipo de lugar pela TV Geração Z, do meu amigo Marcelo di Morais, um parceiro! O saldo, para mim e para o Marcelo, foi bem legal!

    Ao longo de DUAS HORAS ininterruptas de música e papo, tivemos 100 mil visitas. Esse é um número incrível quando o tema de um encontro virtual é um concerto violonístico - algo que, como sabemos, não é nem um pouco comercial e midiático.

    Toquei peças do meu CD "Elegia da Alma" e também uma série de músicas que eu só costumo executar em casa. Atendi pedidos de internautas e fiz até uma versão à capela de "João e Maria", do Chico Buarque, cantando com uma fã que ligou não sei de onde, haha! Sim, preocupem-se: em alguns momentos, soltei o gogó no recital). Fiquei feliz de ver

    Saiba mais »de “Recital de Violão + Bate-Papo com Rafael Cortez”
  • Eis que retorno, dias e dias depois de uma última postagem. Um tanto sumido, é verdade. Mas isso é reflexo de uma agenda atribulada, mesmo que muita gente sacana pense que eu não tenha uma nesse momento, haha!

    Mas enfim, como tenho sido muito cotado em discussões virtuais (internautas que passaram a me ver e se relacionar mais comigo nas redes sociais do que pela TV, como antes; especulações sobre meu futuro na Record, etc), quero falar sobre isso, justamente. A internet. Mais: como transformar a cyber-relação em real? E por quê a internet pode ser tão perigosa?

    É difícil manter as relações reais, não é? Eu tenho percebido, em mim, um movimento cada vez mais constante de distanciamento das trocas unicamente virtuais que podem surgir ao meu redor.

    No meu Face e Twitter, tento direcionar mais as pessoas aos meus encontros físicos. Falam comigo sobre um show que farei em alguma cidade através da FanPage, e eu tento “encorajar” essas pessoas a me darem um salve depois da apresentação, no

    Saiba mais »de Internet para comunicar e aproximar, não para propagar o mal
  • E aí, galera? Tudo bem?

    Ando sumido, mas é por uma causa muito boa: trabalho em excesso, muito investimento pro ano que vem, viagens felizes com meu solo "De Tudo Um Pouco" já em seu quinto ano de realização, ensaios e gravações de "A Nova Família Trapo", na Record, novos projetos, elaboração de shows novos, etc, etc, etc.

    Prometo falar em breve sobre as novidades. Mas hoje quero compartilhar um texto aqui.

    A revista OCAS de novembro traz um artigo meu, escrito especialmente para eles. Nele, falo de como nasceu minha paixão pelo violão. E o tema do amor pelo instrumento me parece mais apropriado que nunca. Afinal, estamos em semanas de Paco de Lucia no Brasil, o Deus do Flamenco! E poucas pessoas amam tanto o violão como Paco, um dos meus ídolos na vida. Irei no show semana que vem, sem sombra de dúvida!

    Bom, mas gostaria de primeiro dividir esse texto especial pra Ocas aqui, com vocês. Espero que gostem!

    Um abraço,

    Rafa Cortez

    De como o violão entrou na minha vida – e deu mais sentido

    Saiba mais »de “Como é bom poder tocar um instrumento”, já dizia Caetano.
  • Como todo mundo aqui já sabe, ontem a MTV Brasil fez seu último programa ao vivo. Foi um evento que consolidou o final do canal sob administração do grupo Abril, que devolve a marca para a americana Viacom, após 23 anos de uso com sede no histórico prédio da Sumaré – o mesmo que abrigou no passado a histórica TV Tupi, onde a essência da televisão Brasileira se consolidou.

    A partir de 01 de outubro a “nova MTV” inicia seus trabalhos, com uma abordagem mais pop e uma iniciativa mais eclética de programação. Vai ser grande o trabalho da próxima administração – popularmente, o que se fala é do fim da MTV, e não de seu recomeço.

    Entre os desafios da MTV de cara nova, estão esses: aposenta-se a figura lendária do VJ; entram comunicadores e artistas convidados para o comando das novas atrações. A grade será conferida por quem tem TV paga, e esse cenário dos canais fechados tem suas próprias regras e realidade – ainda que as expectativas sejam talvez mais promissoras do que as de TV aberta.

    Saiba mais »de O fim da MTV, ao menos como a conhecíamos
  • Um beijo para Andreia

    (Rafael Cortez - 22/08/2005)

    Mais que a tarefa da escola;
    Ensinamento de vida –
    “É preciso viver sem nunca dar bola
    À qualquer tristeza incontida.”

    Com os cabelos em trança,
    Ou espetados em chuquinhas...
    Representa o melhor da minha infância
    E vem comigo como minha!

    Simples, digna no sangue
    Aprendendo e ensinando com humildade
    Andreia tem toda a minha saudade,
    Tudo de melhor que a mim tange.

    No pouco que podia ter, tinha.
    Em tudo que podia ser, era.
    Vivia como melhor convinha,
    Tinha por mim uma amizade sincera...

    Estava a meu lado sempre:
    Como a amiga motivada,
    Como a falsa namorada...
    Amparada por mais nada: só carinho como sentimento...

    Por todo o tempo ela sempre foi guerreira.
    Trabalhava, suava – em nada acomodada.
    Brigou com a vida o quanto pôde;
    Tentou fugir da sina herdada.

    Mas não deu não...
    Sumimos dos caminhos comuns.
    E ela, que não tinha irmãos,
    Deixou sem uma irmã alguns.

    Não completou estudos,
    Não foi adiante como a gente,
    Casou depois com um sortudo

    Saiba mais »de Poesias em dois tempos
  • Se estivesse viva, a cantora mineira Clara Nunes faria 70 anos agora, em 2013.

    O que de fato foi feito para reverenciar uma das maiores cantoras de seu tempo e, até hoje, uma das maiores intérpretes nacionais? Muito pouca coisa. E Clara Nunes merecia mais, muito mais. Uma cantora que se doava de corpo e alma ao seu ofício; uma artista que elevou a moral brasileira em tempos difíceis; uma representante do melhor do povo alegre e esperançoso, com fé e devoção, como ela. Mas enfim, o Brasil é um país sem memória.

    No entanto, alguém não deixou o aniversário de Clara Nunes passar em branco. Foi a Fabiana Cozza. Cantora, empreendedora artística, raçuda. Mulher de fibra que muitas vezes põe dinheiro do bolso para fazer seus shows, CD’s e tributos especiais – e ela já homenageou Elizete Cardoso e Edith Piaf em dois deles, por exemplo.

    Fabiana usou o Auditório Ibirapuera na última sexta e sábado para gravar o DVD “Canto Sagrado – 70 anos de Clara Nunes”. O material servirá como registro

    Saiba mais »de Fabiana Cozza canta Clara Nunes: mais uma vez, o Talento fala mais alto…
  • Quinta próxima, dia 18, saio cedo de casa com um destino por mim muito aguardado: eis que vou para São João del-Rei, sudeste de Minas Gerais, para participar da 26a edição do Inverno Cultural – um festival de arte e cultura promovido pela UFSJ, a Universidade Federal de São João del-Rei.

    Desde 1988 é assim: a cidade vira palco obrigatório de artistas diversos que a lotam para consumir cultura, entretenimento, talento e arte de todo tipo. Em paralelo, claro, os setores gastronômico, hoteleiro, o turístico em geral, ficam ainda mais fortes e atrativos. E desde a 18a edição a coisa ficou realmente grande: 21 municípios da Trilha dos Inconfidentes da Estrada Real abraçam a festividade com os são-joanenses, dando uma dimensão ainda maior ao evento e projetando tudo a nível nacional, com um time de artistas cada vez mais exponenciais!

    Eu marco presença no Inverno Cultural sempre que posso. Tudo começou com uma frustração pessoal: em 1999, eu trabalhava como Produtor de uma trupe circense, a

    Saiba mais »de São João del-Rei e o Inverno Cultural: contagem regressiva para uma grande realização pessoal…
  • Não é sempre, mas acontece, vez ou outra, com um curioso de plantão:
    “Cortez, não te vejo mais na TV desde o final do Got Talent... Ei Rafa, sente falta do CQC?”
    E eu procuro contar que não há nada nesse momento que me abale - e me aguarde, eu volto logo pra TV.
    Um mais insistente me investiga – “e como é o seu dia?”
    E eu poderia falar que almoço com quem quero e não desmarco o compromisso;
    Que ando com quem gosto e ninguém tem nada com isso;
    Que eu vejo meus amigos sempre que posso
    Que acordo mais tarde e ouço meus discos.
    Não furo um jantar com a vizinha,
    Vejo os filmes que me interessam;
    Tenho quase uma mulher só para chamar de minha,
    Não penso, tristonho, se dias livres me restam.

    Eu os tenho, muito – e bem vividos.

    Uma figura pergunta o que eu tenho lido:
    - Revistas de monte, gibis infantis, crônicas e textos pueris.
    Eu me atualizo na net, folheio livros antigos, tudo sei sobre greve, passeata, o que é leve, algo triste ou divertido.
    Na TV, vejo o que contam meus amigos, estudo

    Saiba mais »de Às vezes, me perguntam como estou…
  • Eis que vasculho alguns poemas meus e encontro esse, de 2009. Eu tinha acabado de perder uma garota e tanto, uma baixinha jornalista e arquiteta, que penou horrores na minha mão.

    Quando, enfim, me dei conta que ela era A MULHER, ela já estava de saco na lua e foi embora para os braços de um surfista. É, esses surfistas sempre nos levam as namoradas!! Olho nos surfistas! Eles são um perigo!

    Bom, o tempo passou, o amorzinho acabou, eu nunca mais falei com a Musa Inspiradora do poema, e o mundo seguiu adiante. Mas é louco como o sentimento ruim da dor-de-cotovelo faz parte da nossa vida em tudo, não é?

    Hoje não tenho dor-de-cotovelo afetiva alguma, mas volta e meia ela surge quando saco, por exemplo, que o moleque de 15 anos da academia corre muito mais que eu na esteira! Você, que me lê agora, tem a tal dor quando compara seu trabalho com o do bonitão bem-sucedido da mesa ao lado, quando vê que seu salário é 10 vezes menor que o do seu chefe, que aquele carro que você ralou para comprar

    Saiba mais »de Poema da dor-de-cotovelo

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(87 artigos)

Sobre Rafael Cortez

Jornalista, ator, violonista e compositor, desde 2008 Rafael Cortez é também humorista. Trabalhou em diversas áreas: foi produtor de circo e teatro, atendente de vídeo-locadora, assessor parlamentar, integrante de duo de ventrílocos e redator de textos eróticos para celular. Tem 1 CD demo ("Solo") e outro oficial ("Elegia da Alma"), além de 5 audiolivros. Participou do "CQC" da Band e atualmente apresenta a versão brasileira do "Got Talent". Também faz parte do elenco do "Na Pegada" da Rádio Metropolitana FM.

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