Arqueólogo espanhol afirma finalmente ter encontrado a lendária Atlântida

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“Apenas um dia e uma noite terrível”. Segundo o filósofo Platão, foi esse o tempo necessário para uma tragédia natural fazer ruir Atlântida, a cidade lendária que teria sido destruída por um dilúvio. E, agora, ela pode finalmente deixar de ser um mito para se tornar uma verdade.

O pesquisador espanhol Manuel Cuevas, especialista no assunto, afirmou que acredita ter encontrado a mítica cidade. De acordo com os registros de Platão, Atlântida ficaria nas proximidades onde atualmente está o Parque Nacional de Doñana, em Andaluzia, na Espanha. E foi lá que a pesquisa começou e pode ter tido êxito.

Imagens de satélite utilizadas para a pesquisa feita por Cuevas (Reprodução)
Imagens de satélite utilizadas para a pesquisa feita por Cuevas (Reprodução)



“Tenho 99% de certeza que encontrei Atlântida”, afirmou Cuevas para a imprensa. O espanhol baseou sua pesquisa em imagens de satélite feitas na região onde Platão afirmou ter existido a cidade. Segundo ele, as fotos mostram “a existência de diversas estruturas construídas pelo homem e que formariam uma grande cidade antiga”.

O pesquisador ainda afirma que as imagens trazer o que poderia ser muralhas, ruas e até mesmo um edifício com uma cúpula gigantesca. Esses restos, diz ele, evidenciam a formação de uma grande cidade com extensão de mais ou menos oito quilômetros. As estruturas passam ainda a impressão de uma cidade circular, que poderia estar em uma ilha.

“Seja ou não seja Atlântida — porque nem sabemos se era esse o nome — o fato é que a evidência trazida pelas fotografias é bastante clara. E é clara em relação a existência de restos e estruturas muito antigas e feitas pelo homem. Estamos diante de uma sociedade antiga e desconhecida, que talvez habitasse nossos pensamentos apenas como mito”, explica Cuevas.

Simulação gráfica mostra como seria a suposta Atlântida antes do dilúvio (Reprodução)
Simulação gráfica mostra como seria a suposta Atlântida antes do dilúvio (Reprodução)



Feita a descoberta, o pesquisador contatou Ramón Caroz, um dos mestres de arqueologia da Universidade de Sevilla, também na Espanha. A resposta foi animada e interessada sobre o assunto, mas repleta de cautela. O especialistas afirmou que “quer estudar qualquer evidência comprovável”, mas que prefere ir com calma antes de fazer qualquer anúncio.

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Apesar da desconfiança da comunidade científica e arqueológica em torno da descoberta, Cuevas não se cansa de falar sobre os 99% de certeza que possui. Alheio às críticas, o pesquisador garante a pessoas próximas que fez, com essas imagens de satélite, a maior descoberta de sua vida — e uma das maiores da história da humanidade.

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