Americano caminha pela cidade buscando um rim para a mulher

Charles Nisz

William Swilling caminha 15 quilômetros todos os dias pela cidade de Anderson County, no estado americano da Carolina do Sul, como homem-placa. Mas ele não vende ou compra nada: procura um rim compatível para a sua esposa.

O senhor de 77 anos carrega uma placa com os dizeres : "Need kidney for wife" (preciso de um rim para a minha esposa). Em entrevista para alguns órgãos de imprensa, ele diz ter recebido ofertas de dinheiro e muitas mensagens de incentivo, mas nenhum doador compatível.

Sue Swilling, a esposa, nasceu com apenas um rim. Agora, o órgão apresenta falhas e prejudica a saúde da mulher. Eles são casados por  56 anos. "Eu a amo mais do que quando nos casamos e estamos junto há muito tempo. Preciso dela.", disse o marido. Comovente, né? (vi no Huffington Post)

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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Caixa Econômica Federal sorteou neste sábado (22), o concurso 2.236 da Mega-Sena e vai pagar R$ 190 milhões ao ganhador. Os números sorteados foram: 07 - 20 - 38- 43 - 45 - 53 Em 2020, ainda ninguém acertou as seis dezenas em concurso regular da Mega. Com exceção da Mega da Virada, a última vez que a loteria teve um ganhador foi em 19 de dezembro, no concurso 2.218. Um apostador levou sozinho R$ 40 milhões. Aposta A aposta simples custa R$ 4,50 e pode ser feita nas casas lotéricas até as 19h do dia do sorteio. Ela também pode ser realizada pelo site da Caixa Econômica Federal (www.loteriasonline.caixa.gov.br), com aposta mínima de R$ 30 para quem não é correntista do banco. A probabilidade de acerto das seis dezenas é um a cada 50 milhões. Já estão abertas as apostas para a Mega da Virada, que poderá pagar R$ 300 milhões. As apostas também podem ser feitas nas lotéricas. O valor é o mesmo de uma aposta simples.

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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A diferença vai muito além da letra "h", dizem os dirigentes do PDT (Partido Democrático Trabalhista) sobre a quase homônima da deputada federal Tabata Amaral (PDT-SP) que será lançada candidata à Câmara Municipal de São Paulo neste ano. A aspirante a vereadora Thabata Ganga, 26, honrará a ideologia da legenda e assumirá a defesa dos trabalhadores, segundo a cúpula da sigla -a mesma que acusou a parlamentar federal de fazer o oposto disso quando votou a favor da reforma da Previdência. A "Tabata do bem", como a novata em disputas eleitorais foi apelidada nos bastidores, simboliza uma demanda do PDT para o pleito de outubro: a de apresentar jovens comprometidos com a história do partido, cujas referências maiores são Getúlio Vargas e Leonel Brizola. O plano é que 30% dos 83 postulantes a vereador na capital paulista tenham abaixo de 35 anos, formando a bancada da "juventude trabalhista". Nas ruas e redes, eles deverão contar com o reforço do ex-presidenciável Ciro Gomes. No grupo de pré-candidatos estão também o presidente da Juventude Socialista (o núcleo de jovens do partido), Gabriel Cassiano, 23 -que atuou para filiar Amaral em 2018-, e Leticia Gabriella, 24 -que participou ativamente da campanha da hoje deputada, como assessora de comunicação. Pupilo de Ciro, Cassiano agora se coloca como um "anti-Tabata", no que diz respeito a alinhamento com a pauta trabalhista. Leticia é do bloco dos que se decepcionaram com a parlamentar que, aos 24 anos, foi a sexta mais votada do estado. Ela recebeu 264.450 votos (quase metade disso na capital). Mesmo rompida com a sigla e em litígio judicial para tentar se desfiliar sem perder o mandato, a deputada deve pautar indiretamente a campanha municipal do partido. Tida como símbolo de renovação da legenda, e rapidamente cotada para disputar a Prefeitura de São Paulo, Amaral caiu em descrédito para parte da esquerda ao se mostrar favorável à reforma previdenciária, no ano passado. A chapa de candidatos a vereador passou então a ser tratada pelos pedetistas como uma oportunidade de reconciliação com a parcela do eleitorado frustrada pelo apoio da parlamentar à bandeira do governo Jair Bolsonaro (sem partido). O PDT não tem nenhum representante na atual legislatura da Câmara Municipal. "Não gosto disso de 'do bem' ou 'do mal'. Prefiro dizer que sou a 'Tabata diferente'", diz Ganga, ela própria uma eleitora arrependida de Amaral. A pré-candidata, no entanto, tem lá suas semelhanças com a original: além de ser mulher e jovem, atua na educação e usará esse tema e a ciência como motes de campanha. Ex-militante do PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado) e engajada em causas estudantis, a engenheira biomédica se aproximou do PDT em 2018. Já no início, a coincidência do nome chamou a atenção e suscitou a ideia de encarar as urnas. Finalmente convencida, ela se filiou no início deste ano. Uma ala chegou a defender que Ganga mudasse o nome para concorrer ou usasse só o sobrenome. "Mas o Ciro me disse para não ter vergonha do meu nome e mostrar que não sou igual a ela", conta. "Sou trabalhista e sou de esquerda." Segundo Cassiano, "o PDT entendeu que é hora de buscar [candidatos] dentro, e não fora". No partido desde 2017, o aluno de economia da PUC-SP é aposta dos pedetistas e tem reivindicado para si o papel de antagonista de Amaral. Sua fala faz menção aos caminhos que a outrora correligionária percorreu para chegar à sigla. Fundadora do movimento Acredito, pró-renovação política, e aluna do RenovaBR, iniciativa privada para formação de candidatos, ela se filiou no limite do prazo da Justiça Eleitoral, em abril de 2018. Cassiano, que se candidatou a deputado estadual em 2018 e teve 10.338 votos, também foi apadrinhado pelo RenovaBR. O programa se declara neutro, e o universitário diz que a participação não mudou seu pensamento. O PDT passou a impedir integrantes de entrar em iniciativas do tipo. Leticia, que trabalhou na campanha de Amaral, se afastou dela. "Ela foi considerada traidora, mas não houve um incentivo dos líderes do partido para fomentar ataques. Foi algo da militância", afirma. Negra e moradora da periferia, a estudante de direito e ativista da Educafro (ONG de educação de negros) se filiou à sigla em 2019. "Ela [Amaral] errou na Previdência. Foi uma medida que atingiu toda a classe trabalhadora", critica. Presidente nacional do PDT, Carlos Lupi diz que a sigla teve "uma belíssima experiência" com Tabata, "que começou muito bem". "Mas ela mudou a rota no meio do caminho, votou contra a própria origem." Lupi afirma que haverá esforço para se certificar de que os novos candidatos estejam afinados com a legenda, embora o controle total seja impossível. "É muito difícil [prever desvios]. Se existisse antídoto contra traição, nenhum casal se separaria no mundo." Procurada pela reportagem, Amaral não quis comentar as articulações eleitorais do PDT. Ela sempre falou que o partido foi sua escolha, sobretudo, pela preocupação com educação. O processo que move no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) contra a legenda terá a primeira audiência em 5 de março. Na ação, ela alega perseguição; o PDT a acusa de infidelidade partidária, por desobedecer ao fechamento de questão contra a reforma. Na eleição municipal em São Paulo, a deputada apoiará candidatas egressas do Vamos Juntas, movimento que criou para estimular a presença feminina na política.

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    Quando a Guerra Fria terminou, o Varyag era quase uma sucata em um estaleiro da Ucrânia. Foram precisos 20 anos até que ele fosse rebatizado de Liaoning.

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    Depois de 74 anos do decreto que extinguia o jogo no país, ministro da Economia defende a legalização dos estabelecimentos.

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    Marco Feliciano diz que Witzel 'tornou ilícito' religioso 'pregar que homossexualismo é pecado', mas lei veda punições a templos

    Deputado afirmou no Twitter que governador do Rio 'fez o que nenhum esquerdopata teve coragem até hoje' através de regulamentação de lei de 2015

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    Crítica das ruas invade a avenida e Carnaval será o mais político de todos os tempos

    A critica politica e de costumes tao comum nos blocos de rua dara o tom noSambodromo do Rio de Janeiro a partir deste domingo (23).

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    Sobe para 110 número de soldados feridos em ataque no Iraque contra base dos EUA

    O total de soldados dos Estados Unidos que sofreram lesões cerebrais traumáticas após o ataque de mísseis lançado pelo Irã contra uma base militar americana no Iraque no mês passado aumentou para 110, informou o Pentágono nesta sexta-feira.

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    Folhapress

    Fundação concede subsídio a mulheres jornalistas para estudar no MIT

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Fundação Internacional das Mulheres na Comunicação Social (IWMF) está com inscrições abertas para a bolsa Elizabeth Neuffer destinada a jornalistas que cobrem direitos humanos e justiça social. O fundo homenageia a jornalista que venceu, em 1998, o prêmio Coragem em Jornalismo da IWMF e morreu no Iraque em maio de 2003, quando era correspondente do Boston Globe. As bolsistas passarão um semestre no centro de estudos internacionais do MIT e na Redação do Boston Globe. Durante seu período em Cambridge, é possível participar de aulas, seminários e eventos e realizar pesquisas em outras universidades locais, incluindo Harvard. Após esse semestre, as jornalistas passam dois meses na Redação do New York Times. Jornalistas do mundo todo podem participar. Para se candidatar, é preciso ter pelo menos três anos de experiência, domínio da língua inglesa e trabalhar em algum veículo de mídia. As candidatas precisam enviar uma mini biografia, um currículo, uma carta de interesse e uma de objetivos para realizar durante a bolsa, dois exemplos de trabalhos que envolvam direitos humanos e justiça social e duas cartas de recomendação. Além de um subsídio mensal, a bolsa cobre passagem aérea, transporte e alojamento. As inscrições vão até 27 de fevereiro.

  • Bianca Monteiro, sobre ser rainha de bateria da Portela: 'é um privilégio estar numa escola tão tradicional'
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    Bianca Monteiro, sobre ser rainha de bateria da Portela: 'é um privilégio estar numa escola tão tradicional'

    Bianca Monteiro, que mantém seu reinado à frente da bateria da Portela pelo quarto ano, garante:...

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    Agência Brasil

    Reforma administrativa pretende revisar salários e número de carreiras

    Prevista para ser enviada ao Congresso Nacional nesta semana, segundo o presidente Jair Bolsonaro, a reforma administrativa pretende mudar os direitos dos futuros servidores federais. As propostas ainda não foram detalhadas, mas os pontos adiantados pelo governo nos últimos meses incluem a revisão dos salários iniciais, a redução no número de carreiras e o aumento no prazo para o servidor atingir a estabilidade.Segundo Bolsonaro, as mudanças não afetarão os servidores atuais. Apenas quem tomar posse depois da promulgação da reforma seria atingido. Uma das alterações mais importantes diz respeito à estabilidade dos futuros funcionários.Inicialmente, o governo pretendia esticar, de três para dez anos, o prazo para o empregado público conquistar a estabilidade. Há duas semanas, no entanto, o ministro da Economia, Paulo Guedes, informou que a versão mais recente do texto deve definir um tempo variável, de cinco a oito anos, de acordo com cada carreira.A estabilidade seria conquistada mediante uma avaliação de desempenho. Quem não cumprir os requisitos mínimos não ficaria no cargo antes do prazo mínimo. O governo ainda não explicou se o servidor público terá direito ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) enquanto não atingir a estabilidade. Atualmente, os servidores públicos não recebem o fundo em hipótese alguma. PirâmideEm novembro, ao explicar a proposta do pacto federativo, o ministro da Economia, Paulo Guedes, tinha dito que o governo pretende diminuir o número de carreiras de mais de 300 para 20 a 30. Os salários para quem ingressar na carreira pública passarão a ser menores.No mês passado, ao explicar o resultado das contas do Governo Central em 2019, o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, disse que a reforma mudará a forma de progressão no serviço público. Em vez do sistema atual, com salários iniciais altos e em que quase todos alcançam o topo da carreira, a progressão passaria a ser em forma de pirâmide, na qual apenas os servidores com melhor desempenho atingiram os níveis mais altos. Segundo ele, o governo quer aproximar os salários iniciais e a evolução na carreira pública ao que ocorre no setor privado. Etapas da reforma administrativaEm café da manhã com jornalistas no mês passado, o secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Paulo Uebel, disse que o governo pretende implementar a reforma administrativa em fases. De acordo com ele, a intenção do governo é que o conjunto de mudanças seja implementado até 2022.De acordo com o secretário adjunto de Desburocratização, Gleisson Rubin, o conjunto de medidas inclui, além da proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma administrativa, projetos de lei complementar, de lei ordinária e de decretos. Estes, no entanto, só podem ser apresentados após a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) pelo Congresso. PEC emergencialEmbora estejam fora da reforma administrativa, pontos da PEC que reforma o pacto federativo e da PEC emergencial, que prevê gatilhos de cortes de gastos em momentos de crise fiscal, preveem alterações profundas na estrutura do serviço público e na regra dos servidores. Pelas duas propostas, em caso de estado de emergência fiscal decretado, haveria limitações em pagamentos aos servidores, concessão de reajustes, progressões automáticas, reestruturação de carreiras, novos concursos e em verbas indenizatórias.A medida mais polêmica, no entanto, seria a redução da jornada de servidores públicos em até 25%, com ajuste correspondente na remuneração. A diminuição vigorará pelo tempo necessário tanto no governo federal como nas prefeituras e nos governos estaduais que decretassem a emergência fiscal.Em discurso há duas semanas, Guedes disse que o mecanismo de emergência fiscal é mais rápido para ajustar as contas públicas do que a reforma administrativa para os futuros servidores, que teria impacto sobre as despesas federais no médio e no longo prazo.*Colaboraram Pedro Rafael Vilela e Luciano Nascimento

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    Participaram da nova análise no corpo de Adriano médicos legistas da família do ex-PM, da Polícia Civil do Rio de Janeiro e dos Ministérios Públicos fluminense e baiano.

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