Cientistas americanos conseguem medir o amor

Charles Nisz

Não podia deixar passar em branco o Valentine´s Day (o dia dos namorados nos países de tradição saxônica). Pesquisadores da Universidade de Stanford (EUA) resolveram responder uma questão que acompanha a humanidade por milênios: é possível medir o amor?

Usando imagens de ressonância magnética e medindo o fluxo de algumas substâncias no cérebro dos voluntários, eles concluíram que é possível medir o amor ou pelo menos como as pessoas se sentem sobre o amor. O resultado virou um curta-metragem chamado "Love Competition".

O diretor é fascinado pela ideia de competições emocionais - ele já tinha feito um filme chamado "Crying Competition". Em "Love Competition", os avaliados tentam amar outra pessoa da maneira mais intensa quanto possível durante cinco minutos.

Segundo os cientistas, a reação das pessoas depois do teste é impressionante. Algumas ficam "bobas" de amor. Mas o rapaz que ficou em último, talvez tenha sido o maior vencedor no longo prazo, de acordo com os pesquisadores.

Depois de realizar os testes, ele descobriu que, na verdade, não amava a ex-namorada. Saiu de braços erguidos, triunfante, pelo laboratório. Ou seja, tão importante quanto saber se você ama, é descobrir quem não te serve. (vi na @Wired)