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Facekini: a máscara antibronzeado

Uma pele bronzeada não é considerado algo bonito ou elegante para os orientais. Por isso, inventaram o "facekini" (um biquíni para a face, literalmente). O facekini lembra as balaclavas usadas pelos pilotos da Fórmula-1 para evitar queimaduras em caso de incêndio ou ainda, as máscaras usadas pelos lutadores mexicanos.

A máscara se tornou um acessório quase indispensável nas praias de China, Japão e Taiwan. Também é possível ver gente com roupa de banho com mangas longas. Tudo isso, para evitar o bronzeado, ao contrário de outras regiões do mundo, onde a pele queimada é vista como algo saudável.

Segundo alguns sociólogos, os chineses têm fobia de bronzeado por conta de suas origens enquanto cultura. Por ser um país agrário, na antiguidade, estar bronzeado era sinônimo de trabalhar ao ar livre, ser um campesino.

Ou seja,  quanto mais clara a pele, mais abastada e nobre seria essa pessoa. Esse pensamento atravessou milênios e continua no imaginário chinês. Alina Zhao, estudante chinesa nos EUA, explica: "A mim não importa se estou bronzeada, mas lá, a palidez da pele é sinônimo de status e riqueza", disse ela em entrevista ao portal NBC.com. (vi no Kienyke.com)

Reprodução/Kienyke.com

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Sobre Charles Nisz

Charles Nisz é jornalista desde 2001. Já cobriu Economia, Meio Ambiente e Tecnologia, com passagem pela Agência USP de Notícias, jornal DCI, MSN, e UOL. Já foi correspondente internacional do site Opera Mundi. Mestre em Jornalismo pela USP, dá aula sobre Informação e Novas Mídias na ECA/USP e é fascinado pelas novidades que aparecem na internet.

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