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O navio que afundou não foi o Titanic

Há 100 anos, o Titanic afundava nas águas do Atlântico Norte e entrava para a história como o naufrágio mais famoso de todos os tempos. Nem esse acidente escapa das famosas teorias conspiratórias.

Segundo o livro "Titanic: The Ship that Never Sank" (Titanic: o Navio que Nunca Afundou), do britânico Robin Gardiner, o navio que afundou foi o Olympic e não o Titanic. O livro defende que a White Star Line teria trocado os nomes dos seus transatlânticos para destruir, intencionalmente, o Olympic, que havia sofrido sérios danos depois de colidir com o cruzador HMS Hawke, em setembro de 1911.

Como o Olympic não possuía seguro, a empresa elaborou a fraude. A ideia, ainda de acordo com o autor, era trocar as identificações dos dois navios, enviar o Olympic na estréia do Titanic, afundá-lo, resgatar passageiros e tripulantes e receber a indenização contratada para o Titanic. Depois do plano concluído, o verdadeiro Titanic seguiria carreira como Olympic.

O livro aponta como uma das evidências do plano o fato de o milionário J.P. Morgan, um dos donos da Star Line, ter desistido de embarcar no Titanic em cima da hora. Outro indício seria que nenhuma obra de arte da empresa foi embarcada no luxuoso transatlântico.

De acordo com a teoria defendida por Gardiner, o capitão recebeu dinheiro para jogar o navio contra um iceberg. Mas o plano fracassou porque o acidente aconteceu um dia antes do esperado. Segundo o autor, o Titanic bateu contra um dos navios enviados pela Star Line para o resgate: o navio estava com as luzes apagadas para não levantar suspeitas e não foi visto pela tripulação do Titanic.

Além disso, outra trapalhada teria causado a morte de tantos passageiros: como haveria o resgate, o Titanic levava muitos botes e coletes salva-vidas a menos do que o necessário. (vi na @SuperInteressante)

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Sobre Charles Nisz

Charles Nisz é jornalista desde 2001. Já cobriu Economia, Meio Ambiente e Tecnologia, com passagem pela Agência USP de Notícias, jornal DCI, MSN, e UOL. Já foi correspondente internacional do site Opera Mundi. Mestre em Jornalismo pela USP, dá aula sobre Informação e Novas Mídias na ECA/USP e é fascinado pelas novidades que aparecem na internet.

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