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Universitário britânico ganha a vida como espantalho humano

Jamie Fox, um universitário britânico de 22 anos, tem um emprego bastante fora do comum. Ele ganha a vida espantando as perdizes de uma plantação de colza - planta usada para fabricar azeite vegetal e biodiesel - numa plantação no leste da Grã-Bretanha.

Formado em Música e Letras, o rapaz ganha cerca de US$ 400 (R$ 817) para vigiar uma área de aproximadamente quatro hectares. Fox espanta os pássaros usando um acordeão e um sino, vestido com um casaco laranja. Segundo ele, o trabalho não é difícil e lhe permite ler livros e aprender a tocar ukulele - instrumento semelhante ao cavaquinho.

O "espantalho humano" quer viajar para a Nova Zelândia no próximo ano e está poupando para a viagem. Alguns dos amigos de Fox invejam o trabalho sem estresse e a possibilidade de ficar ao ar livre o dia todo. "Só é ruim se chove ou faz muito frio", diz o rapaz.

O fazendeiro que o contratou, William Young, também visita o rapaz todos os dias. A ideia de ter um espantalho humano surgiu depois de todos os métodos usados para espantar as aves terem fracassado. "A única solução eficiente é persegui-las", afirma Young. "Jamie está fazendo um bom trabalho, você, realmente, consegue ver a diferença. (vi no Estadão)

Foto: Acrevo Pessoal

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Sobre Charles Nisz

Charles Nisz é jornalista desde 2001. Já cobriu Economia, Meio Ambiente e Tecnologia, com passagem pela Agência USP de Notícias, jornal DCI, MSN, e UOL. Já foi correspondente internacional do site Opera Mundi. Mestre em Jornalismo pela USP, dá aula sobre Informação e Novas Mídias na ECA/USP e é fascinado pelas novidades que aparecem na internet.

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