• Getty Images - ThinkstockPor mais breve que seja, o passeio diário é indispensável para o bem estar e a saúde do seu cãozinho. Para os donos que realmente não têm tempo para se dedicar ao cão, a opção é o serviço de dog walker (ou passeador), cada vez mais popular nas grandes cidades.

    O dog walker é contratado para levar o cachorro para dar uma volta ao ar livre, geralmente na companhia de outros peludos. Quem nunca viu, nos parques, praças e ruas, aquelas verdadeiras matilhas, presas por inúmeras coleiras manejadas por uma só pessoa?

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    Para quem trabalha ou estuda o dia inteiro e quase não para em casa, investir em um dog walker pode ser fundamental para manter a rotina dos passeios com seu pet. Eles contribuem, entre outras coisas, para fortalecer a socialização do animal. Por maior que seja um apartamento ou casa, cachorros que não saem à rua não

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  • Veja os vídeos com cachorros mais fofos desta semana:

    1. O cão que adora praticar downhill com o dono
    Bryan Gregory costuma levar o seu cão, Kaia, um Border Collie, para praticar um pouco de downhill. A diferença é que Bryan leva a sua bicicleta e Kaia, desce a maravilhosa floresta correndo a toda a velocidade. O vídeo dos dois é simplesmente encantador. Dá para perceber que Kaia adora estes momentos passados com o seu dono e as imagens com a natureza de fundo também são bonitas.

    2. Os cães que rezam antes de comer
    Você já viu algum animal religioso? Veja agora dois cãezinhos que oram antes da refeição.

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  • Seu cão não consegue ficar sozinho em casa, e agora? Imagine só: você chega em casa após o trabalho e encontra o sofá destruído, xixi e cocô sobre o tapete e objetos espalhado por toda a casa. Esse cenário caótico é prova de que seu cachorro tem problemas de disciplina, certo? Bem, nem sempre. Animais que passam o dia inteiro em casa sozinhos, longe de seus tutores, podem passar por um quadro conhecido como “ansiedade de separação”.

    Sentir saudades, ou não saber como agir quando está sozinho após um longo período na companhia de outra pessoa, é algo comum para humanos, mas que se intensifica quando se trata de cães. “Para eles, a vivência em grupo é inerente à condição natural da espécie. Portanto, ficar separado de seu tutor é encarado como um rompimento em seu grupo”, diz o veterinário Paulo Alves, que atende no bairro de Perdizes, em São Paulo.

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    O médico afirma que a síndrome de

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  • Getty ImagesUma triste realidade torna-se evidente a cada período de férias de verão, quando muitas famílias viajam: o crescimento da população de cães de rua. Apesar do entusiasmo inicial com a ideia de ter um bichinho em casa, muitas pessoas se arrependem de ter que criar um animal doméstico e acabam abandonando os peludos pelas ruas da cidade.

    Para quem ama cachorros, é muito difícil cruzar com um animalzinho solitário pelas esquinas. E se a situação envolver uma ninhada de filhotes, pior ainda! O que fazer para ajudar nesses casos? Levar para casa? Deixar a cadela cuidar de suas crias na rua? Encaminhar para alguma organização de defesa dos animais?

    “Antes de mais nada, a decisão passa por uma escolha pessoal do tipo de envolvimento que se está disposto a ter”, diz a veterinária Bárbara Nogueira, que atende no bairro da Lapa, em São Paulo. “A partir do momento em que alguém resolve levar um cãozinho para casa, ele precisa entender que criará um laço com aquele animal, tornando-se responsável por

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  • Deixar a TV ligada acalma os cães?Depois de um dia cansativo de trabalho, é duro chegar em casa e encarar um cãozinho cheio de energia, esperando para pular, correr e morder o que encontrar pela frente. Ainda mais se a disposição do peludo coincidir com o programa de TV preferido dos seus donos, como a novela ou o futebol. Aí fica a dúvida: será que a televisão serve para baixar os ânimos dos pets, assim como acontece com a gente?

    Há muitas discussões e dúvidas sobre a relação dos cães com a TV. Um dos questionamentos mais comuns é se, de fato, os cachorros conseguem assistir à programação, já que a visão dos animais é diferente.

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    As imagens em vídeo transmitidas pela televisão são feitas de 30 quadros por segundo, enquanto a visão canina é capaz de perceber entre 70 a 80 quadros por segundo - acima do padrão dos seres humanos. Por isso, ao olharem para a tela, os peludos veem imagens borradas e se movimentando

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  • A única forma de prevenção realmente efetiva é a vacinaçãoNo mundo canino, cinomose é sinônimo de alerta vermelho! Essa doença viral e contagiosa entre os cachorros é extremamente perigosa, podendo matar o bichinho em poucos dias.

    Os sintomas podem aparecer de formas bem diferentes. No início, os sinais clínicos mais comuns são diarreia, vômitos e secreção ocular ou nasal. Porém, na fase mais grave da doença, podem surgir problemas neurológicos, como convulsão, falta de coordenação motora e paralisia.

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    “Essa é uma doença multissistêmica, ou seja, que pode atingir diferentes órgãos”, explica a médica veterinária Marcela Barbosa, que atende na pet shop Petit Ami, no bairro de Pinheiros, em São Paulo.

    A cinomose tem um índice altíssimo de mortalidade, chegando a cerca de 70% dos casos, de acordo com estimativas de especialistas. Segundo Marcela, o tratamento é pouco efetivo e bem difícil. “A

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  • Veja os vídeos com cachorros que chamaram atenção nesta semana:

    1. Reabilitação para animais em Paris
    Um centro de reabilitação exclusivamente para animais de estimação foi aberto em fevereiro deste ano em Paris. O local oferece sessões de hidroterapia e outros exercícios para que cachorros e gatos possam se recuperar de acidentes, ferimentos ou operações.

    2. O cão que canta com o dono
    Conheça a dupla que está fazendo sucesso nas ruas da Ucrânia. O que achou?

    3. Cão carrega lenha para ajudar idosos
    Dizem que o cão é o melhor amigo do homem, e esta é mais uma prova disso.

    Saiba mais »de Os melhores vídeos da semana – 30/11
  • Fique atento aos sinais do seu cãoOs donos de cães - principalmente os mais novatos - podem se sentir inseguros ao terem que identificar se o seu animalzinho está doente. Nem sempre os sintomas de um problema de saúde são visíveis, e nem toda mudança de comportamento é indício de doença. Para não haver confusão, a dica dos médicos é ficar atento à frequência dos sintomas.

    Coceira e perda de pelo, por exemplo, não são sinais obrigatórios de presença de pulgas ou de distúrbios hormonais, segundo o médico veterinário Ricardo Tubaldini, que atende em São Paulo.

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    “Animais se coçam, é algo normal. Muitos donos também levam seus pets ao veterinário preocupados com perda de pelo, mas isso pode ser algo natural. Assim como humanos perdem cabelo no dia a dia, o mesmo ocorre com os cães”, afirma.

    Por outro lado, falta de apetite e desânimo são indícios clássicos de algum desconforto físico

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  • Assista aos vídeos com cachorros que despertaram sorrisos na internet esta semana:

    1. O cão que usa a faixa de pedestre
    Parece que os animais estão cada vez mais inteligentes, este cão por exemplo espera os carros pararem para pode atravessar tranquilamente na faixa de pedestres.

    2. Por isso que os cães não servem como babás
    Este é um vídeo divertido que não deve ser levado ao pé da letra. O que acontece quando um cão resolve ser babá por um dia?

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  • O perfil do cão é baseado no do dono? (Foto: Getty Images)Será que a convivência pode tornar o bicho de estimação parecido com o dono? Muitos especialistas e pesquisadores acreditam que sim. Embora o instinto seja predominante no comportamento dos animais, hábitos são construídos no dia a dia, moldando a personalidade do cachorro.

    Publicada em julho deste ano, uma pesquisa científica realizada na Universidade Eötvös Loránd, na Hungria, indica que os cães imitam as atitudes de seus tutores e guardam as informações para repetições futuras. Adám Miklósi e Claudia Fugazza, autores do estudo, realizaram testes com oito animais. Na primeira parte do exercício, os bichos eram incitados pelos donos a repetir suas ações, como andar em volta de um cone. Depois de serem levados para se distrair, os peludos eram submetidos novamente às situações inciais e conseguiam repetir os mesmos movimentos, dessa vez sem receber instruções.

    Já o médico veterinário Ricardo Tubaldini, que atende em São Paulo e escreve para o site CachorroGato, afirma que todo

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