Blogueiro bolsonarista tem canal removido do YouTube, mas reaparece no Twitter

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Santos ainda acusou o grupo em questão de “desrespeitar a democracia” e os chamou de “criminosos”, por colocarem, segundo ele, escuta telefônica em sua casa (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
Santos ainda acusou o grupo em questão de “desrespeitar a democracia” e os chamou de “criminosos”, por colocarem, segundo ele, escuta telefônica em sua casa (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
  • O blogueiro Allan dos Santos perdeu mais um canal do YouTube, chamado Artigo 220

  • O canal Terça Livre e a conta do blogueiro no Instagram também saíram do ar

  • A Polícia Federal pediu a prisão do apoiador de Jair Bolsonaro, investigado por fake news e organização de atos antidemocráticos

O blogueiro Allan dos Santos, apoiador do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e alvo de mandado de prisão pela Polícia Federal, perdeu mais um canal do YouTube, chamado Artigo 220. Segundo o Google, a remoção ocorreu "em cumprimento a uma decisão proferida em processo judicial sob segredo de Justiça".

A remoção acontece apenas no Brasil, segundo informou o perfil do canal no Telegram. Na semana passada, o perfil Terça Livre, na mesma plataforma, e a conta do blogueiro no Instagram saíram do ar pelo mesmo motivo.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão preventiva de Allan. Investigado por disseminar notícias falsas e organizar atos antidemocráticos, ele está nos Estados Unidos e, por isso, Moraes também pediu ao Ministério da Justiça que dê início de forma imediata ao processo de extradição. De acordo com a TV Globo, o visto do blogueiro está vencido.

O pedido do ministro ainda tem outro fator: o mandado de prisão contra Allan dos Santos deverá ser incluído na lista da Difusão Vermelha da Interpol. Essa seria uma maneira de garantir que o blogueiro bolsonarista seja preso e retorne ao Brasil. A embaixada dos Estados Unidos também foi acionada. 

Ainda no início do mês, duas contas de Allan dos Santos no Twitter foram removidas por ordem do ministro Alexandre de Moraes. Uma delas é pessoal e a outra do canal que ele mantém nas redes sociais, o Terça Livre. "O Twitter bloqueou as contas para atender a uma ordem judicial proveniente do Supremo Tribunal Federal", informou o Twitter à TV Globo.

Entretanto, Allan dos Santos reapareceu na rede social utilizando outra conta, que já acumula mais de 400 mil seguidores. No perfil ilegal, ele se autointitula "exilado".

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