Bolsa sobe 1,54% com ajuste a risco fiscal e alívio sobre Evergrande

***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 09.05.2015 - Gráfico de indicadores econômicos na sede da Bolsa de Valores de SP. (Foto: Diego Padgurschi/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 09.05.2015 - Gráfico de indicadores econômicos na sede da Bolsa de Valores de SP. (Foto: Diego Padgurschi/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Bolsa de Valores subiu 1,54% nesta quinta-feira (11), a 107.594 pontos. O dólar recuou 1,76%, a R$ 5,4040.

Analistas atribuem os resultados à expectativa do mercado de que a PEC dos Precatórios seja aprovada pelo Senado. Apesar de autorizar um calote nas dívidas judiciais da União e furar o teto de gastos, a medida permite aos investidores precificar o risco fiscal do país.

O mercado de ações também foi impulsionado pelo desempenho positivo dos setores de siderurgia e mineração, na esteira da valorização dos contratos de minério de ferro após rumores de falência da construtora chinesa Evergrande terem sido desmentidos.

A expectativa de que o Banco Central acelere a alta de juros para conter a inflação também ajudou a tirar a pressão sobre o mercado de câmbio, que passa a esperar que a alta da Selic tornará o país mais atraente para investidores internacionais.

O petróleo Brent, referência mundial, recuou 0,06%, a US$ 82,59 (R$ 447,34).

Em Wall Street, o Dow Jones caiu 0,44. Os índices S&P 500 e Nasdaq subiram 0,06% e 0,52%, respectivamente.

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