Bolsonaro chama cerco ao Telegram de ‘covardia’; app tem relação com fake news

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
·1 min de leitura
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
Cerco ao Telegram: presidente Jair Bolsonaro chamou investigações de
Cerco ao Telegram: presidente Jair Bolsonaro chamou investigações de "covardia" (Photo Illustration by Omar Marques/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
  • Cerco ao Telegram: presidente da República Jair Bolsonaro chamou as investigações de "covardia"

  • Bolsonaro conversou com apoiadores nesta quinta-feira (27)

  • Telegram é um app de fácil propagação de notícias falsas e teorias conspiratórias

O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse nesta quinta-feira (27) para seus apoiadores, na saída do Palácio da Alvorada, que é uma “covardia” o cerco do Ministério Público Federal (MPF) ao Telegram.

“A gente está vendo aqui a covardia que estão querendo fazer com o Brasil, né? Covardia, né?”, disse Bolsonaro.

Depois, uma apoiadora questionou o mandatário se estão querendo acabar com a comunicação entre os bolsonaristas. O presidente falou que não iria responder e que “estão tratando disso aí”.

O aplicativo de mensagens instantâneas pode virar alvo de medidas judiciais, podendo até ser banido no Brasil. Isso acontece porque é uma ferramenta de fácil disseminação de informações falsas. Além disso, tem sido acusada de não ser uma aliada no combate às fake news.

Por outro lado, diferentemente do Telegram, o WhatsApp, de Mark Zuckerberg, é considerado por especialistas um aplicativo mais eficiente no que diz respeito ao controle e prevenção de propagação de notícias falsas, além de teorias conspiratórias e teses negacionistas, como sobre a pandemia e as vacinas contra a covid-19.

O Telegram foi criado pelo programador russo Pavel Durov, que não mostrou interesse em conversar com o ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para evitar a disseminação de fake news e desinformações durante as eleições que vão acontecer este ano no país.

Mesmo assim, o presidente do TSE e ministros devem discutir internamente em breve como será a utilização da plataforma aqui Brasil.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos