Bolsonaro chama Flávio Dino de “gordinho ditador do Maranhão”

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Presidente Jair Bolsonaro em evento no Maranhão
Presidente Jair Bolsonaro em visita ao Maranhão (Foto: Isac Nóbrega/PR)
  • Presidente Jair Bolsonaro chama Flávio Dino de "gordinho ditador"

  • Bolsonaro cumpre agenda no Maranhão

  • Ontem, em sua live, ele também atacou Dino: "Comunista gordo"

Em visita ao Maranhão nesta sexta-feira (21), o presidente Jair Bolsonaro chamou o governador do estado, Flávio Dino (PCdoB), de “gordinho ditador”.

“Lá na Coreia do Sul [do Norte, na verdade] tem uma ditadura, o ditador não é um gordinho? Na Venezuela, também uma ditadura, não é um gordinho lá o ditador? E quem é o gordinho ditador aqui do Maranhão?”, disse, em cerimônia de entrega de títulos rurais.

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Bolsonaro cumpre agenda no Maranhão desde quinta-feira. Hoje ele participou de cerimônia de entrega de 17 mil títulos de propriedade rural no município de Açailândia (MA).

Em sua transmissão semanal na internet, ontem, o presidente já havia atacado Flávio Dino, chamando-o de “comunista gordo”.

Na cerimônia de hoje, ao lado de parlamentares e políticos do Centrão, ele reforçou o ataque ao comunismo.

“O comunismo não deu certo em lugar nenhum no mundo. Não vai ser no Brasil que ele vai dar certo. Quando se fala em Partido Comunista, vocês tem que ter aversão a isso. E mostrar aonde esse regime foi implementado, o que sobrou para o povo? Sobrou a igualdade. Mas a igualdade na miséria, na desesperança, na fome, na tristeza, na destruição de famílias, na destruição das religiões, tudo que não presta simboliza com a palavra que começa com C e termina com A, comunista”, disse.

“O estado do Maranhão, tenham certeza, brevemente será libertado dessa praga. Como falei no começo, foi em tom de brincadeira, mas é verdade. Só os do partido ficam gordos, o povo emagrece, sofre. Eles não tem o que oferecer a vocês”, acrescentou Bolsonaro.

Nas redes sociais, Flávio Dino rebateu as ofensas do presidente. "Bolsonaro anda preocupado com o meu peso, algo bem estranho e dispensável", disse. 

"E estou ocupado com vacinas, pessoas doentes, medidas sociais, coisas sérias. Trabalho muito. Não tenho tempo para molecagens, cercadinhos e passeios com dinheiro público", completou.

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Em outubro do ano passado, em viagem ao Maranhão, Bolsonaro fez comentário homofóbico ao tomar um Guaraná Jesus, que tem a cor rosa.

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