Bolsonaro come pizza na rua para driblar exigências de vacinação em Nova York

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Foto: Reprodução
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  • Presidente ainda não se vacinou contra a covid-19

  • Ele está na cidade para Assembleia Geral da ONU

  • Ele precisou entrar pelos fundos em hotel para fugir da imprensa e de manifestantes

Em visita à cidade de Nova York, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) precisa driblar a exigência de vacina contra a covid-19 para entrar em diversos estabelecimentos, em especial restaurantes. O ministro do turismo GIlson Machado compartilhou nas rede sociais fotos de Bolsonaro comendo pizza na rua, em pé.

Com eles estão Pedro Guimarães, presidente da Caixa, Anderson Torres, ministro da Justiça, Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional, e Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria-Geral da Presidência, entre outros.

Nos restaurantes nova iorquinos, é necessário apresentar o comprovante original de vacina ou uma foto. Ainda assim, essa não é a primeira vez que Bolsonaro opta por comer em restaurantes populares ou em barracas de rua durante eventos e viagens.

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A viagem a Nova York do presidente é para participar da Assembleia Geral da ONU. Na semana passada, a ONU havia recomendado que viajantes estrangeiros viessem ao encontro vacinados.

A medida levantou críticas da Rússia e, na última quinta-feira (16), o secretário-geral, António Guterres, afirmou que não teria como impedir líderes estrangeiros não imunizados de irem ao encontro.

Bolsonaro já declarou em diversas ocasiões que não se vacinou contra a covid-19. Na última quinta-feira (16), em live nas redes sociais, voltou a tocar no assunto. "Depois que todo mundo tomar [a vacina] eu vou decidir o meu futuro aí", disse.

Com ou sem medidas restritivas da ONU, o presidente já enfrenta represálias na cidade norte-americana. Ao chegar a seu hotel, a poucas quadras da sede da ONU, ele precisou entrar por uma porta lateral para evitar a imprensa e manifestantes na porta do hotel.

Um pequeno grupo levou faixas para o local, com frases em defesa dos povos indígenas e pedindo a saída de militares do poder. Entre as palavras de ordem, eles gritaram: “criminoso entra pelos fundos”.

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