Bolsonaro crê que redes de supermercado diminuirão lucro sobre cesta básica

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Bolsonaro crê que redes de supermercado diminuirão o lucro sobre a cesta básica
Bolsonaro crê que redes de supermercado diminuirão o lucro sobre a cesta básica
  • A declaração foi dada após encontro com donos de redes de supermercado;

  • Bolsonaro aposta na colaboração do setor para diminuir o preço dos produtos;

  • As altas dos combustíveis e alimentos são pontos sensíveis para a reeleição.

Após encontro com donos de redes de supermercado nesta terça-feira, o presidente da República, Jair Bolsonaro (PL) apostou que o setor vai “colaborar” e reduzir a margem de lucro sobre produtos da cesta básica. Bolsonaro classificou como positiva a reunião com os líderes do segmento nesta manhã.

"O setor de supermercado se mostrou receptivo. Acho que teremos resposta brevemente para produtos da cesta básica, diminuindo margem de lucro. Tenho certeza de que eles vão colaborar nesse sentido", afirmou o chefe do executivo em entrevista ao 'SBT News'.

Em dado momento da entrevista, Bolsonaro chegou a reclamar especificamente do valor cobrado pelo óleo de soja.

"Conversei com lideranças de supermercados e pedi para eles: o óleo de soja está 13 reais o litro. Não tem cabimento isso aí", acrescentou.

Em ano de eleição, o calcanhar de Aquiles do governo tem sido justamente a inflação nos preços dos alimentos e combustíveis.

Na mesma entrevista, Bolsonaro afirma que não haverá reajustes a servidores em 2022

Segundo o atual chefe do executivo, Os servidores públicos não devem ter o reajuste linear de 5% este ano. O discurso vai na contramão do que o próprio Bolsonaro tinha dito há menos de 2 meses. Na ocasião, o chefe do executivo havia informado que o reajuste era planejado para todo o funcionalismo a partir do mês que vem.

"Eu lamento. Pelo que tudo indica, não será possível dar nenhum reajuste para os servidores no corrente ano. Mas já está na nossa legislação, a LOA [Lei de Diretrizes Orçamentárias], etc., de que para o ano que vem teremos reajustes e reestruturações", afirmou o presidente.

De acordo com Bolsonaro, uma “conta extra” de 9 bilhões, que entrou no orçamento da União, foi o motivo pelo qual o reajuste foi descartado. O mencionado valor refere-se a um bloqueio do governo federal para não furar o teto de gastos.

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