Bolsonaro critica Bruno Covas, ex-prefeito de SP que morreu em maio: "Aquele que morreu"

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Brazilian President Jair Bolsonaro is pictured before of the welcome ceremony to the Cape Verde's President Jorge Carlos Fonseca at Planalto Palace in Brasilia, on July 30, 2021. (Photo by EVARISTO SA / AFP) (Photo by EVARISTO SA/AFP via Getty Images)
Uma semana após a morte do ex-prefeito, Tomás Covas, filho do ex-prefeito, comentou sobre o dia em que assistiu a um jogo de seu time, o Santos, com o pai (Foto: EVARISTO SA / AFP)
  • O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) criticou nesta segunda-feira (2) o ex-prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSBD), que morreu em 16 de maio

  • Em frente ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro desaprovou determinadas medidas de segurança contra o coronavírus

  • Ele citou o governador de São Paulo João Doria (PSDB) e, em um tom irônico, referiu-se ao ex-prefeito de São Paulo como "aquele que morreu"

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) criticou nesta segunda-feira (2) o ex-prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSBD), que morreu em 16 de maio, vítima de um câncer na cárdia, que fica na transição entre estômago e esôfago.

Em frente ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro desaprovou determinadas medidas de segurança contra o coronavírus, como o fechamento do comércio. Ele citou o governador de São Paulo João Doria (PSDB) e, em um tom irônico, referiu-se ao ex-prefeito de São Paulo como "aquele que morreu".

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“Um fecha São Paulo e vai para Miami. O outro, que morreu, fecha São Paulo e vai ver Palmeiras e Santos no Maracanã. Esse é o exemplo…”, disse o presidente da República.

Uma semana após a morte do ex-prefeito, Tomás Covas, filho do ex-prefeito, comentou sobre o dia em que assistiu a um jogo de seu time, o Santos, com o pai. 

“Depois de tantas incertezas sobre a vida, a felicidade de levar o filho ao estádio tomou uma proporção diferente para mim. Ir ao jogo é direito meu. É usufruir de um pequeno prazer da vida”, disse Covas, à época, após receber várias críticas.

Doria rebate Bolsonaro: "Desumanidade"

Nesta segunda-feira (2), após a declaração do presidente Bolsonaro, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), foi às redes sociais criticar a postura do Chefe do Executivo.

No Twitter, Doria classificou o episódio como "covardia" e disse que Bolsonaro não tem respeito "pelos vivos" e "pela memória dos mortos".

"A desumanidade de Bolsonaro, agredindo de forma covarde Bruno Covas, só demonstra ainda mais sua falta de respeito pelos vivos e pela memória dos mortos", escreveu o governador.

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