Bolsonaro cumprimenta Biden e diz que enviou carta para o americano

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Brazilian President Jair Bolsonaro delivers a speech after holding a meeting with US National Security Advisor Robert O'Brien at Itamaraty Palace in Brasilia, on October 20, 2020. - The United States and Brazil signed three agreements Monday they said would expand and deepen their existing trade deal, the latest bonding moment under Presidents Donald Trump and Jair Bolsonaro. The new protocol adds chapters on facilitating trade, regulatory practices and anti-corruption measures. (Photo by EVARISTO SA / AFP) (Photo by EVARISTO SA/AFP via Getty Images)
Bolsonaro postou uma mensagem no Twitter no qual parabenizou Biden. (Foto: EVARISTO SA/AFP via Getty Images)

No dia da posse de Joe Biden como novo líder dos Estados Unidos, o presidente Jair Bolsonaro cumprimentou o americano e disse que lhe enviou uma carta expondo um "excelente futuro para a parceria Brasil-EUA".

"Cumprimento Joe Biden como 46º Presidente dos EUA. A relação Brasil e Estados Unidos é longa, sólida e baseada em valores elevados, como a defesa da democracia e das liberdades individuais. Sigo empenhado e pronto para trabalhar pela prosperidade de nossas nações e o bem-estar de nossos cidadãos", escreveu o presidente no Twitter.

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"Para marcar essa data, enderecei carta ao Presidente dos EUA, Joe Biden, cumprimentando-o por sua posse e expondo minha visão de um excelente futuro para a parceria Brasil-EUA".

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Em uma Washington sitiada, Joe Biden fez seu juramento em frente ao Congresso americano nesta quarta-feira (20) e tomou posse como o 46º presidente dos EUA, colocando fim à era de Donald Trump.

O democrata, segundo presidente católico na história do país, jurou sobre a Bíblia, como é tradição nos EUA, diante do presidente da Suprema Corte americana, John Roberts. A cerimônia não contou com a presença de Trump --o republicano não aceitou totalmente sua derrota e se tornou o quarto presidente da história do país a não comparecer à posse do sucessor, o que não acontecia há 152 anos.

Biden assume uma nação dividida e devastada por uma pandemia que já matou mais de 400 mil pessoas nos EUA.

Por isso, em seu primeiro discurso como presidente, pediu aos americanos o fim do que chamou de "guerra incivil". Seus principais desafios, além da polarização, serão recuperar a economia, controlar o coronavírus e pacificar um país ameaçado pelo terrorismo doméstico.

da Folhapress

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