Bolsonaro diz que inflação é problema mundial, mas alta de preços no Brasil é a terceira pior do mundo

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Pouco depois de o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgar, na manhã desta sexta-feira (dia 8), que a inflação no Brasil alcançou a maior alta para setembro em 27 anos, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que a alta de preços é um problema mundial e que o Brasil foi um dos países "que menos sofreu com a pandemia".

No entanto, as estatísticas mostram que o Brasil é um dos países do mundo onde os preços ao consumidor mais subiram este ano.

Previsão recente feita pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) aponta que o Brasil terá, este ano, uma inflação que é o dobro da média do G-20, grupo que reúne os principais países ricos e os grandes emergentes.

A OCDE prevê uma inflação média mundial de 3,7% e, para o Brasil, uma alta de preços de 7,2%. No entanto, o próprio governo brasileiro tem uma estimativa mais pessimista e prevê a inflação em 8,4% este ano.

O relatório da OCDE, de setembro, prevê que só Argentina, com alta de 47%, e a Turquia, com 17,8%, terão inflação pior do que no Brasil este ano.

A OCDE prevê uma inflação média mundial de 3,7% e, para o Brasil, uma alta de preços de 7,2%. No entanto, o próprio governo brasileiro tem uma estimativa mais pessimista e prevê a inflação em 8,4% este ano.

O relatório da OCDE, de setembro, prevê que só Argentina, com alta de 47%, e a Turquia, com 17,8%, terão inflação pior do que no Brasil este ano.

Bolsonaro também afirmou que os países europeus e até mesmo os Estados Unidos estão sofrendo com a inflação este ano. Mas, na zona do euro a previsão é de uma alta de só 2,1% dos preços este ano. E, nos EUA, de 3,6%.

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