Bolsonaro diz que Moraes não cumpriu acordo costurado por Temer

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Jair Bolsonaro (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
Jair Bolsonaro (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse nesta terça-feira (7) que a carta redigida pelo ex-presidente Michel Temer (MDB), após manifestações de cunho golpista do 7 de Setembro do ano passado, envolveu um acerto com o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), e que ele “não cumpriu nenhum dos itens” combinados para que a carta fosse publicada.

A declaração foi feita durante entrevista ao SBT. Bolsonaro não chegou a dizer o que teria sido acertado.

"Estava eu, Michel Temer, um telefone celular na minha frente. Ligamos pro Alexandre de Moraes, conversamos três vezes com ele. Combinamos certas coisas pra assinar aquela carta. Ele não cumpriu nenhum dos itens que combinei com ele", falou.

"Logicamente, eu não gravei essa conversa, questão de ética, jamais faria isso. Mas digo pra você, o sr. Alexandre de Moraes não cumpriu uma só das coisas que acertamos naquele momento pra eu assinar a carta", acrescentou.

Depois da entrevista concedida pelo chefe do Executivo, Temer negou que houvesse um acordo.

"As conversas se desenvolveram em alto nível como cabia a uma pauta de defesa da democracia. Não houve condicionantes e nem deveria haver pois tratávamos ali de fazer um gesto conjunto de boa vontade e grandeza entre dois Poderes do Estado brasileiro", disse. O registro do comunicado foi feito pelo jornal Folha de S. Paulo.

Já Moraes foi procurado pela reportagem do jornal, mas não quis comentar as falas de Bolsonaro.

Na tarde do feriado de 7 de Setembro do ano passado, Bolsonaro discursou na Avenida Paulista, em São Paulo, e teve como principais alvos o ministro Alexandre de Moraes. O mandatário afirmou que não seguiria mais determinações de Moraes. "Ou esse ministro se enquadra, ou ele pede pra sair", disse Bolsonaro. "A paciência do povo já se esgotou."

Dois dias depois, com ajuda de Michel Temer, o chefe do Executivo divulgou uma carta em que recuou das posições expostas em 7 de setembro.

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