Bolsonaro diz que preencheu formulário do Ministério da Saúde sobre vacinação de crianças contra Covid-19

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BRASÍLIA — O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira que preencheu o formulário publicado pelo Ministério da Saúde. A pasta abriu uma consulta pública sobre a vacinação de crianças de 5 a 11 anos. O modelo proposto pelo Ministério quer exigir prescrição médica para a imunização dessa faixa etária.

Em conversa com jornalistas no Palácio do Alvorada, Bolsonaro voltou a defender que os pais devem ser responsáveis pela decisão sobre a vacinação dos seus filhos e que os médicos devem ser ouvidos nesses casos.

— (A consulta pública) É uma coisa legal, já se faz naturalmente. Eu inclusive acabei de participar. Preenchi, como cidadão, tem lá a opção de colocar como pessoa física. Como cidadão, eu dei minha opinião — disse Bolsonaro.

O presidente Jair Bolsonaro lembrou que tem uma filha nesse idade, Laura, de 11 anos. Em outras ocasiões, ele já disse que irá conversar com a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, para avaliar se a filha irá ou não se vacinar.

O presidente criticou ainda governadores e prefeitos que estariam exigindo a apresentação da carteira de vacinação para a matrícula de crianças na escola. Bolsonaro disse que já entrou em contato com a Advocacia-Geral da União para para que seja avaliada a questão.

— Se você tem filho, você decide pelo seu filho. Não pode o governador e prefeito dizer que só vai matricular na escola se estiver vacinado — afirmou Bolsonaro.

Na conversa, Bolsonaro comentou suas posições de receio em relação à vacina. Segundo ele, alguns aliados pedem para que ele deixe de falar sobre o assunto sobre a justificativa de que estaria perdendo votos. O presidente disse, entretanto, que não pode se basear na questão eleitoral para esse tipo de decisão.

Apesar das declarações do presidente, todas as vacinas aplicadas no Brasil foram testadas e seu uso emergencial foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os estudos clínicos atestam a eficácia e segurança das vacinas.

— Eu prefiro perder a eleição do que ser responsabilizado por não ter decidido pensando em voto — disse o presidente.

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