Bolsonaro diz que vai se informar com PRF sobre morte por asfixia em Sergipe

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*Arquivo* BRASÍLIA, DF, 24.05.2022 - O presidente Jair Bolsonaro diz que vai se informar com PRF sobre morte por asfixia em Sergipe. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*Arquivo* BRASÍLIA, DF, 24.05.2022 - O presidente Jair Bolsonaro diz que vai se informar com PRF sobre morte por asfixia em Sergipe. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta quinta-feira (25) que vai se informar com a PRF (Polícia Rodoviária Federal) sobre a morte por asfixia de um homem de 38 anos dentro de uma viatura em Sergipe.

Questionado sobre o caso, Bolsonaro se esquivou e citou a morte de dois policiais rodoviários federais, no Ceará, vítimas de um suspeito que reagiu à abordagem dos agentes e fez disparos de arma de fogo.

"Vou me inteirar com a PRF... Eu vi há pouco, há duas semanas, aqueles dois policiais executados por um marginal que estava andando lá no Ceará. Foram negociar com ele, o cara tomou a arma dele e matou os dois. Talvez isso, nesse caso, não tomei conhecimento, o que tinha na cabeça dele."

Bolsonaro costuma defender policiais em operação. Neste caso, disse que ainda não sabe o que ocorreu.

"Uma coisa é execução. A outra eu não sei o que aconteceu. A execução ninguém admite ninguém executar ninguém. Mas não sei o que aconteceu para te dar uma resposta adequada."

Genivaldo de Jesus Santos, 38, morreu nesta quarta (25) durante uma abordagem de policiais rodoviários federais, em Sergipe.

Ele foi preso pelos agentes numa viatura tomada por gás lacrimogêneo. O IML (Instituto Médico-Legal) confirmou o asfixiamento como causa da morte.

A Polícia Federal abriu um inquérito para investigar o caso. "Diligências já foram iniciadas e a PF trabalha para esclarecer o ocorrido o mais breve possível", diz a corporação em nota.

Em boletim de ocorrência, os agentes da PRF envolvidos na ação admitiram o uso do gás lacrimogêneo na viatura, mas disseram que a morte da vítima não teve relação com a abordagem.

"Por todas as circunstâncias, diante dos delitos de desobediência e resistência, após ter sido empregado legitimamente o uso diferenciado da força, tem-se por ocorrida uma fatalidade, desvinculada da ação policial legítima", afirmaram os agentes no boletim.

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