Bolsonaro explica abraço em Toffoli após ser chamado de "traidor"

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O presidente Jair Bolsonaro abraça o ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), na casa do magistrado, em Brasília.
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Eleitores de Jair Bolsonaro (sem partido) se revoltaram com o encontro do presidente com o ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), na casa do magistrado, em Brasília. Nas redes sociais, ex-apoiadores subiram a tag #BolsonaroTraidor por causa do abraço entre anfitrião e convidado, flagrado pela CNN Brasil, na noite do último sábado (3).

Também participaram da reunião o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e o indicado ao STF Kassio Nunes Marques.

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O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente, tentou acalmar os seguidores do pai e explicou o abraço em Toffoli. A tag #BolsonaroTraidor esteve entre os assuntos mais comentados do Twitter neste domingo.

“Se foto significasse algo, tem cada uma ‘impublicável’ de gente que admiro com antagônicos... Pautas de interesse do país travadas em todas as esferas há cerca de dois anos e tenta-se costurar alternativa para que o Brasil ande”, escreveu o filho de Bolsonaro no Twitter.

Em outro post, Carlos diz que o pai está sendo “estuprado” por ex-apoiadores em função do encontro fora da agenda presidencial com o ministro do STF.

“Desperdiçam todo o trabalho que o governo vem fazendo para ‘estuprar’ um homem que sozinho não tem o poder que muitos acham que tem! Críticas são bem vindas, assim como qualidades não podem ser ignoradas! Ainda dá! Meu Deus!”, prosseguiu o vereador.

Carlos Bolsonaro também publicou uma imagem do comentário do pai no Facebook a um eleitor que questionou o abraço em Toffoli. “Meu presidente, bom dia! O senhor pode explicar isto? Sou ‘eleito’ [sic] seu, só não quero ficar com dúvidas de nada”, escreveu o seguidor. “Preciso governar. Converso com todos em Brasília. Um abraço”, respondeu Bolsonaro.

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