Bolsonaro faz nova defesa de André Mendonça para o Supremo

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Mendonça e Bolsonaro participam de cerimônia no Palácio do Planalto
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Por Ricardo Brito

BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro defendeu nesta quarta-feira novamente seu compromisso de ter um ministro evangélico no Supremo Tribunal Federal (STF) e fez um elogio público a seu indicado, André Mendonça, que há três meses espera ter seu nome sabatinado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

"Se Eldorado tem um presidente, se Deus quiser, brevemente Miracatu terá um ministro do Supremo Tribunal Federal", disse.

"À família de Miracatu, à família de André Mendonça, meus cumprimentos para este homem extremamente competente, capaz e inteligente, e dentro do meu compromisso de ter um evangélico para o Supremo Tribunal Federal",, emendou ele, durante cerimônia de entrega de títulos de terra a famílias assentadas em São Paulo.

O presidente da CCJ e ex-presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), tem resistido a pautar a indicação de André Mendonça para a vaga do STF aberta com a aposentadoria do ministro Marco Aurélio Mello.

Em entrevista à Rádio CNN nesta quarta, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse que as indicações de Mendonça e de outros cargos pendentes deverão ser apreciadas nas próximas semanas.

"É fundamental que ela aconteça (a sabatina de Mendonça), por se tratar de uma prerrogativa de Bolsonaro e atribuição constitucional do Senado avaliar", defendeu.

Pacheco disse que espera diálogo e compreensão recíproca de todos, destacando que não se pode paralisar a pauta do Senado por uma indicação desta natureza, conforme alguns senadores têm pregado nos bastidores.

MISSÃO

No discurso, Bolsonaro disse que vai cumprir a sua missão na Presidência até o último dia do mandato e, sem citar a que estava se referindo diretamente, criticou tentativa de tirá-lo do cargo.

"Não será uma ação mentirosa, sem fundamentação, que vai me tirar de lá", afirmou.

Bolsonaro é alvo de investigações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do STF.

O presidente voltou a culpar o que chama de política do "fique em casa" pela inflação no país.

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